Em nota oficial de duas páginas divulgada nesta quarta-feira, o presidente Michel Temer chama de "ficção policial" a investigação da Polícia Federal (PF) sobre suposto benefício do emedebista ao grupo empresarial Rodrimar. Nos últimos dias, novos fatos relativos ao andamento das investigações vieram a público, como a revelação de mais de R$ 20 milhões em contas de empresas ligadas ao coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente. A Polícia Federal também apontou ao Supremo Tribunal Federal (STF) indícios de pagamento de uma "mesada" a Temer na década de 1990, segundo o blog da Andréia Sadi, no portal G1.

"Sem fatos novos ou provas, delegado tenta reabrir investigação já arquivada duas vezes pela Justiça por falta de provas. Usa agora planilha encontrada nesses arquivos. E com base neste documento produz um fantasioso cenário de reconstrução arqueológica, mas está alimentando apenas uma imensa farsa", diz o comunicado, assinado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

A nota cita uma testemunha ouvida nos anos de 1990, Érika Santos, e que depois deu entrevista à revista “Veja”, em que nega que tenha entregado uma planilha que, supostamente, comprometeria Michel Temer. Ao final, o comunicado conclui afirmando que o escândalo é digno da "maior fábrica de ficções do país".

 

Temer é alvo de um inquérito em tramitação no Supremo que apura favorecimento da empresa Rodrimar, que atua no Porto de Santos, por um decreto que prorrogou a vigência dos contratos assinado pelo presidente.

Fonte: Valor

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