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SPA recebe apresentação sobre estudos para ‘Internet das Coisas’ no Porto de Santos

Quatro empresas autorizadas apresentaram estudos de uso de rede sem fio de longo alcance na infraestrutura portuária

A Santos Port Authority (SPA) recebeu na quinta-feira (16) quatro empresas autorizadas a apresentarem estudos para implantação de rede sem fio de longo alcance do tipo LoRa (Long Range) para aplicação em IoT (Internet das Coisas) no Porto de Santos. A apresentação foi feita para representantes de terminais e da própria SPA.

“Com esta iniciativa, a SPA intensifica sua posição de fomentadora de inovação tecnológica no Porto de Santos, para eventual uso da própria Autoridade Portuária e dos terminais”, disse o diretor-presidente da Companhia, Fernando Biral.

A dinâmica contou com a apresentação das soluções propostas pelas empresas Teltex Tecnologia S/A, Next Level Telecom Ltda, Kore TM Data Processamento de Dados Ltda e Movttel Participações Ltda. Os estudos são resultado do Edital de Chamamento Público nº 01/2021 da SPA, lançado em janeiro, que tem como objetivo obter as melhores condições de mercado, engenharia e legalidade para implantação dos recursos de IoT (a capacidade de conectar dispositivos e objetos por meio de rede digital).


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A iniciativa é estratégica para o Porto de Santos por otimizar a logística portuária, propiciando eficiência, segurança, velocidade, precisão, conectividade e redução de custos. A Internet das Coisas apresenta um grande potencial na infraestrutura portuária, com melhoria da sua gestão, auxiliando na redução de filas e congestionamento em picos de cargas, além de aplicações de segurança patrimonial e de trabalho, soluções de logística e otimização de consumo de recursos.

A tecnologia tem demonstrado funcionalidades de facilitação da mobilidade de contêineres, monitoramento e controle de tempo e de acessos, acionamento de equipamentos, controle de máquinas, como guindastes, ou mesmo a manutenção preventiva, vislumbrando não somente relatórios de informações valiosas para o ajuste fino das operações, mas também oportunidades futuras por meio da análise de dados coletados, coletas estas que, fazendo parte da rotina diária, implicam previsão de quebra na cadeia de abastecimento, falhas em equipamentos e diversos outros aspectos da aplicação da inteligência artificial ao processo portuário.

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