O atraso na construção da Avenida Perimetral da Margem Direita do Porto de Santos, no trecho entre o Macuco e a Ponta da Praia, prejudica a logística do cais santista. Além da perda da oportunidade de um aumento do volume transportado através do modal ferroviário, a demora perpetua o problema que é um velho conhecido de quem trafega pela região: as longas filas de caminhões. 

A opinião é do presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo (Sopesp), João de Almeida. Segundo ele, o principal impacto da demora na conclusão da obra é a falta de solução para o conflito entre trens e caminhões na região portuária. 

“O que sabemos é que o trecho entre a Capitania dos Portos (de São Paulo) e o Armazém 34 já deveria estar pronto e não está. As obras civis do viaduto também estão paralisadas. Removeram os caminhões, derrubaram a antiga Lloydbratti, fizeram escavação e não deram andamento”, afirmou Almeida. 

 

Segundo o presidente do Sopesp, a entidade tem conversado frequentemente com representantes da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos. “A Autoridade Portuária sabe da importância do projeto para o Porto e o quanto a situação está complicada. Eles estão empenhados em resolver. Aguardamos”, afirmou. 

“Além do que a Rumo (operadora ferroviária do Porto de Santos) está fazendo na malha ferroviária, no Corredor de Exportação, se somados, os projetos de dois terminais passam de R$ 1 bilhão. No fim, sem essa obra concluída, fica limitado o aumento da capacidade de transporte ferroviário”, afirmou o executivo portuário. 

Fonte: A Tribuna

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