Nesta semana, 70 mil toneladas de soja serão embarcadas pelo Porto de Ladário, segundo anúncio foi feito pelo governador Reinaldo Azambuja nesta segunda-feira (7), durante entrevista no programa Tribuna Livre, na Capital FM. Durante a entrevista, o governador tratou de temas importantes para Mato Grosso do Sul, como infraestrutura e logística. Destacou os investimentos realizados nas hidrovias, com a retomada dos portos de Porto Murtinho e do Porto de Ladário e Corumbá.

“Sempre viramos as costas para o Rio Paraguai. A gente não tirava as riquezas do Mato Grosso do Sul pelo Rio. Hoje mudou. O Estado tem uma visão diferente. O grande canal de escoamento é pelas ferrovias e hidrovias. Ferrovias estamos trabalhando a TransAmericana, que a médio e longo prazo irá sair. O terminal portuário ativado gera desenvolvimento e oportunidades para as cidades. Dá competitividade ao setor produtivo e a gente fica contente em poder reativar essa exportação pelo Rio Paraguai”, completou Reinaldo.

Porto Murtinho 

 

O governador faltou também do Porto de Murtinho, que já está com grande movimento. “Porto Murtinho está operando em sua capacidade máxima. Vamos construir mais terminais portuários. Temos demanda de exportação, estamos sendo procurados por diversos grupos para montar portos ali”, disse o governador.

O Senado aprovou no dia 17 de abril o Projeto de Decreto Legislativo 17, de 2018, que trata de um acordo entre Brasil e o Paraguai para construção de uma Ponte sobre o Rio Paraguai. A obra ligará as cidades de Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, e Carmelo Peralta, no país vizinho.  O tratado entre os dois países faz parte do projeto sobre a rota bioceânica, que ligará os oceanos Atlântico e Pacífico.

O investimento previsto na obra sobre o Rio Paraguai é de R$ 270 milhões, com entrega prevista para 2021. O projeto será custeado em partes iguais pelos governos do Brasil e do Paraguai.  Para a região Centro-Oeste, a ligação com o Oceano Pacífico permitirá a exportação dos commodities agrícolas e produtos industrializados pelo Oceano Pacífico, via porto do Chile nas cidades de Iquique e Antofagasta. Quanto a Mato Grosso do Sul, fora esse impacto econômico, existe ainda perspectiva de avanços ao turismo local. 

Fonte: Capital News

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