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Porto de Fortaleza movimenta cerca de 1,2 milhão de toneladas de trigo em 2019

O Porto de Fortaleza deve fechar 2019 com movimento de 1,2 milhão de toneladas do cereal, por meio de 56 navios. A maioria proveniente da Argentina, mas também oriundos dos Estados Unidos, Canadá e Rússia para atender às demandas dos clientes M. Dias Branco, Grande Moinho Cearense e J. Macêdo. A movimentação de grãos no porto chegou próximo de 20 milhões de toneladas entre os anos de 1997 e 2018, totalizando 1.033 descargas de transportadores de granéis sólidos.

A importação de trigo vem se mantendo estável, com registro de 1,13 milhões de toneladas no ano de 2016; 1,23 milhões em 2017; e 1,17 milhões no ano passado. Entre os anos de 1997 e 1999 eram utilizados descarregadores mecânicos e, de setembro de 1999 até agosto de 2000, novos descarregadores adquiridos pelos três moinhos passaram a ser utilizados. Com isso houve uma melhora no desempenho da operação, que chegou a atingir 8.000 toneladas / dia. Atualmente, a operação de descarga é automatizada (uma correia gira em alta velocidade e puxa o trigo do porão do navio) e permite atingir até 10.000 toneladas/dia.

O Porto de Fortaleza lidera a importação de trigo no Nordeste, com 36,3%, à frente de Suape com 16,4% e Salvador com 15,5%.

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Todo o descarregamento dos navios até a entrega do trigo para os moinhos é feito, desde 1997, pelo operador portuário Tergran (Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda.), com 1/3 de capital de cada moinho. O Sistema Tergran conta com equipamentos e instalações integrados e automatizados, instalados no Armazém 2 da Companhia Docas do Ceará - com capacidade transitória até 40.000 toneladas -, e descarregamento de 600 toneladas / hora por meio de dois descarregadores de fabricação suíça, cada um com capacidade de 300 toneladas /hora.

Segundo explica o diretor da Tergran, Frederico José Pereira de Carvalho, desde setembro de 2000 a empresa passou a se utilizar do terminal completo, descarregadores, esteiras transportadoras balanças de fluxo (recebimento e entrega), elevadores no recebimento e na entrega do produto por meio de esteiras transportadores até os moinhos. E para atender às demandas do Sistema Tergran, novos investimentos estão em andamento para a instalação de uma nova esteira, o que permitirá atender simultaneamente dois moinhos na entrega do trigo.

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