Os pedidos de atracação de navios no Porto de Santos, feitos pelas agências de navegação por meio do sistema Porto Sem Papel (PSP), passarão a ser totalmente eletrônicos a partir desta segunda-feira (10). Atualmente, os processos incluem, além da inserção eletrônica das informações, o envio da lista de mercadorias perigosas em papel à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a autoridade portuária de Santos.

A medida foi anunciada pela estatal na última sexta-feira (7). A mudança eliminará a tramitação de cerca de 1,8 milhão de impressos por ano e “agilizará o fluxo de informações para atracações no complexo portuário santista”, explicou a companhia, que ainda destaca uma economia de aproximadamente R$ 90 mil por ano com a modificação.

De acordo com o diretor-executivo do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), José Roque, a iniciativa da Codesp vai ao encontro das expectativas das agências marítimas, pois “elimina trocas de informações não otimizadas, excesso burocrático, reduz o tempo e custo de realização dos procedimentos e permite o funcionamento do PSP em sua plenitude, proporcionando evolução na logística do Porto”.

 

O Porto Sem Papel é um projeto que visa automatizar a prestação de informações necessárias à estadia de embarcações nos portos públicos brasileiros. Com ele, as agências prestam as informações aos órgãos intervenientes – Codesp, Vigilância Sanitária, Polícia Federal, Vigilância Agropecuária, Capitania dos Portos e Alfândega –, por meio do preenchimento do Documento Único Virtual (DUV) do sistema.

Fonte: A Tribuna

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