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Obras de dragagem no Rio Potengi começam em abril

As obras de dragagem do Porto de Natal e derrocagem na barra do rio Potengi deverão ser iniciadas em abril deste ano. A licitação foi concluída no início deste mês e teve como empresa vencedora a Bandeirantes Dragagem, que será responsável por aumentar a profundidade do rio Potengi, além de deixar sua entrada mais larga, possibilitando a chegada de embarcações com calado mínimo de 11,5 metros e facilitando a manobra dos navios. A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), órgão responsável por administrar os portos do estado, estima que serão investidos nessas obras um valor entre R$ 30 milhões e R$ 36 milhões.
Rodrigo SenaCom a conclusão dos serviços, porto poderá receber navios com calado mínimo de 11,5 metrosCom a conclusão dos serviços, porto poderá receber navios com calado mínimo de 11,5 metros
O diretor-presidente da Codern, Emerson Fernandes, explica que o processo de licitação foi desenvolvido pela Secretaria Especial de Portos (SEP) e a necessidade de esperar até abril para dar início às obras é por ser preciso um estudo do local, que inclui detalhes como a medição da área a ser dragada. Após esse período, as máquinas deverão continuar em operação no rio Potengi ao longo de seis meses.
Fernandes diz que, durante o período de duração das obras, o órgão buscará maneiras de fazer com que as modificações não provoquem transtornos nas operações relativas às embarcações que chegam ou saem do porto. “Basicamente, pretendemos continuar o planejamento diário que temos, mas agora com o cuidado de permitir que durante a entrada e saída de navios possamos dar continuidade à dragagem, sem atropelos para nenhuma das operações”, conta o diretor da Codern.
Com as modificações, a profundidade do Potengi passará dos atuais 10 metros para 12,5 metros e a largura do canal de acesso das embarcações, de 100 metros nas partes retilíneas e 120 metros nas curvas, para 120 metros e 150 metros, respectivamente. Essas mudanças permitirão que um número maior de navios chegue até a capital, tanto os que operam com carga, quanto aqueles cuja finalidade é turística. “Se estivermos na maior maré, teremos um calado (comprimento entre a quilha e a linha de flutuação da embarcação) de 15,4 metros, enquanto na mais baixa o calado será de 11,5 metros”, detalha Emerson Fernandes.
Para este ano, a Codern prevê mais duas obras: a ampliação do Porto Ilha, em Areia Branca (com investimento de R$ 175 milhões), e a construção de um terminal de passageiros em Natal (onde serão investidos R$ 40 milhões). (fonte: Tribuna do Norte)

 

 

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