A Marinha e o Ibama estão investigando a origem de uma mancha de óleo que surgiu no Estuário do Porto de Santos, no último domingo. A mancha foi detectada pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), nas imediações entre a saída do Canal de Piaçaguera e a região da Alemoa.

Ainda no domingo, a Codesp acionou o Ibama e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e promoveu uma vistoria de barco, com auxílio de drone, na área.

Na ocasião, verificou tratar-se de uma mancha iridescente que, com o movimento da maré, tendeu a se concentrar nas imediações do píer da Alemoa. O Plano de Emergência Individual (PEI) foi acionado e a empresa Brasbunker, contratada pela Autoridade Portuária, efetuou trabalhos de mitigação no local.

 

“A mancha tinha diâmetro e comprimento bem expressivos”, declara a agente ambiental federal do Ibama, Ana Angélica Alabarce.

Ontem, as equipes da Codesp, Ibama e Capitania dos Portos realizaram nova vistoria e verificaram algumas manchas esparsas nas proximidades do Píer da Alemoa, em pouca quantidade e de espessura mais fina. “O trabalho de dispersão realizado foi muito bem feito, e a chuva e o vento ajudaram a dissipar a mancha”, explica a agente do Ibama.

Técnicos da Cetesb realizaram vistoria nas empresas Usiminas e Tiplan, mas não foi verificado indícios de vazamento de combustível. As equipes destas empresas também realizaram vistoria no Canal Piaçaguera sem que fossem detectadas anormalidades. Em nota, a Cetesb informou que as investigações continuam.

“O tempo ajudou na dispersão, mas dificulta encontrar a origem do vazamento”, esclarece Ana Angélica.

Peritos da Marinha coletaram amostras do óleo, que está sendo periciado. Até o momento não foi possível identificar a origem do combustível.

Fonte: Diário do Litoral

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