A MRS Logística, com sede em Juiz de Fora (Zona da Mata), encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 88,4 milhões, um crescimento de 15,3% em relação aos mesmos meses de 2017, quando somou R$ 76,7 milhões. O volume de carga geral transportada no período cresceu 13,5%, na mesma comparação, consolidando o melhor resultado para um primeiro trimestre da companhia.

O volume de toneladas úteis transportado pela MRS entre janeiro e março somou 34,4 milhões de toneladas, 5,9% menos que em igual período de 2017 (39,8 milhões de toneladas). Por outro lado, ajudada por reajustes tarifários e um mix favorável de produtos, que compensou a queda de volume, a receita líquida da companhia atingiu valor recorde para um primeiro trimestre, somando R$ 820,6 milhões contra R$ 798,3 milhões em igual período de 2017, aumento de 2,8%, no mesmo confronto.

No primeiro trimestre, a MRV transportou nas linhas férreas sob sua tutela 24,9 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo 21,2 milhões de toneladas para exportação e 3,7 milhões de toneladas para o mercado interno. Na comparação com o volume de minério transportado no mesmo período de 2017 (28,6 milhões de toneladas), houve uma queda de 12,8%.

 

Em termos de cargas gerais, o volume transportado pela concessionária no primeiro trimestre foi de 11,7 milhões de toneladas sobre 10,3 milhões de toneladas em iguais meses de 2017, com um crescimento de 13,5%. Os produtos agrícolas responderam por 64,1% do total transportado, seguidos pelos produtos siderúrgicos (13,6%), contêineres (3,4%) e cimento (2,5%).

A geração de caixa da empresa no primeiro trimestre de 2018 ficou negativa em R$ 201,7 milhões contra um resultado, também negativo, de R$ 94,6 milhões no mesmo período de 2017. A variação, segundo a companhia, é, em grande medida, explicada pelo maior volume de investimentos nos três primeiros meses deste ano e pela existência de receita não recorrente em 2017, referente à venda de ativos obsoletos para a empresa.

A Dívida Bruta da companhia encerrou o primeiro trimestre em R$ 2,524 bilhões resultado 5,1% inferior ao registrado nos mesmos meses de 2017. A MRS explicou que a queda ocorreu devido a amortizações ao longo do período, que superaram o volume de captações. O aumento de 1,4% na dívida líquida na mesma comparação é explicado pela menor posição de caixa.

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa no primeiro trimestre chegou a R$ 330,9 milhões, 5,6% superior ao do mesmo intervalo do ano passado (R$ 313,2 milhões). A margem Ebitda do período foi de 40,3% 1,1 ponto percentual acima, em igual base comparativa.

Fonte: Diário do Comércio

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