Hidrovia do Rio Paraná será licitada pelo governo argentino. Empresa brasileira lidera consórcio

A DTA Engenharia será a líder de um consórcio formado por empresas russa e holandesa para disputar a concessão da Hidrovia do Rio Paraná. A vencedora firmará um contrato de US$ 300 milhões/ano por 25 anos. A concorrência será realizada pelo governo argentino.

O projeto visa aprofundar e manter cerca de 1,2 mil quilômetros de rio entre a confluência dos rios Paraná, Paraguai e Rio da Prata. A profundidade deve passar dos 10,30 metros para 12,80 metros. Segundo dados oficiais, a hidrovia movimenta 100 milhões de toneladas/ano, cerca de 75% do comércio exterior argentino, principalmente soja e grãos. Os navios, que hoje operam no local, podem carregar entre 46 e 48 mil toneladas. As obras prometem tornar possível a entrada de cargueiros Post-Panamax, que podem transportar entre 65 e 70 mil toneladas.

A previsão era de que o processo licitatório fosse realizado ainda no primeiro semestre. No entanto, o prazo foi prorrogado, inicialmente, por três meses, com perspectiva de ser adiado pelo período de um ano.

Por se tratar de um projeto de interesse dos países do Mercosul e, conforme as regras vigentes, a prioridade deverá ser dada a empresas pertencentes a esse mercado. Dentro do bloco econômico, a Argentina é hoje o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, importando um total de US$ 9,79 bilhões em 2019.


Rimac


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