Frete rodoviário tem alta de 50%

27/03 A grande produtividade das lavouras de soja da região se reflete no aumento da contratação de caminhões para o frete e, consequentemente, do frete cobrado por caminhoneiros e transportadoras.
Na região de Maringá, o valor do frete aumentou, em média, 50% em comparação com o período de entressafra. Um serviço de transporte de carga padrão, que custava R$ 1.000 até o final de 2009, agora custa em média R$ 1.500.
De acordo com o presidente do Grupo G10, Cláudio Adamucho, o aumento obtido neste período compensa as perdas que foram registradas nos meses anteriores.
“No período da entressafra, os caminhoneiros não lucraram nada e alguns até tiveram prejuízo”, afirma Adamucho. “As transportadoras conseguiam cobrir os custos variáveis e apenas uma parte dos custos fixos”, acrescenta.
A situação agora é inversa. Com uma frota de 750 caminhões, o Grupo G10 trabalha com 100% da capacidade para atender à demanda por transporte de carga.
O destino principal da soja da região é o Porto de Paranaguá, a 528 km de Maringá. Quando o terminal está congestionado ou a soja é transgênica – não aceita pelo governo do Estado –, a carga quase sempre é desviada para o Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, a 148 km do terminal paranaense.
Trem
De acordo com a assessoria de comunicação da América Latina Logística (ALL), empresa que opera o ramal ferroviário entre Maringá e Paranaguá, o valor do frete nas estradas de ferro aumentou na mesma proporção que ocorreu nas rodovias.
A empresa não divulga o aumento registrado em 2010, por conta da possível pressão sobre seus papéis na BMF&ampBovespa, mas prevê quebra de recorde no volume transportado este ano.
Em 2009, a ALL transportou em seus vagões 9,5 milhões de toneladas de produtos, considerando soja, milho, farelo, trigo e açúcar.
A empresa investiu R$ 100 milhões para fazer frente à demanda crescente por transporte de grãos. Em 2009, a ALL trocou os trilhos no corredor Apucarana-Ponta Grossa, principal entroncamento ferroviário do Estado.

Fonte: Diário do Norte do Paraná

 

 


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