Docas do Rio atende a 65 pedidos de desligamentos voluntários

Autoridade portuária investe R$13 milhões no PDV e estima redução de R$17,5 milhões na despesa anual com folha de pagamento

O Plano de Desligamento Voluntário (PDV) da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) teve a adesão de 98 empregados e registrou, efetivamente, 65 desligamentos, concluídos neste mês de dezembro. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (22) pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), que administra os Portos do Rio de Janeiro, Itaguaí, Niterói e Angra dos Reis. O montante correspondente aos desligamentos atingiu R$13 milhões, incluindo o valor das rescisões por comum acordo e os investimentos financeiros. Por outro lado, a desoneração da folha de pagamento é estimada em R$17,5 milhões ao ano.

O diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira, afirmou que o número de adesões e desligamentos foram de acordo com as expectativas: “A estimativa não era alta, por causa da situação econômica do país e do orçamento disponível para o plano, mas o número de empregados que aderiram corresponde a quase 8,5% do total de empregados da companhia e o número de desligamentos corresponde a 20% dos empregados elegíveis ao PDV”.

O prazo de adesão ao plano foi iniciado em 14 de outubro de 2019 e, depois de duas prorrogações, foi encerrado em 31 de julho de 2020. O PDV foi aberto aos empregados do quadro efetivo da companhia, com pelo menos 35 anos de serviço ou aposentado por tempo de contribuição na Previdência Social. Os incentivos financeiros oferecidos incluíram três salários-base, 20% do saldo do FGTS, 50% do Aviso Prévio e incentivo complementar da manutenção do benefício de Assistência Médica pelo prazo de 12 a 24 meses, dependendo do período de adesão ao plano.



O PDV estava previsto no Planejamento Estratégico da CDRJ 2016-2020 como desdobramento do objetivo estratégico “Adequação da estrutura organizacional”.


Marintec Navalshore