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Bandeirantes contesta Suprg sobre retirada de draga à revelia

O diretor da Bandeirantes Dragagem, Ricardo Sudaiha, contesta o diretor técnico da Superintendência do Porto do Rio Grande, Carlos Renato Rodrigues, sobre a ida da draga Copacabana para o Rio de Janeiro para reparo no dique seco do Enavi. "Para nós, ela saiu à revelia. A Suprg terá que tomar uma atitude", disse Rodrigues na ocasião, referindo-se ao fato de a empresa ter enviado ofício no dia 26 pedindo autorização para afastamento por 30 dias visando à recuperação da draga e ter deixado o porto rio-grandino às 5h do dia 27.
Ricardo Sudaiha diz que o diretor técnico da Suprg deve ter se equivocado ou desconhecia o teor da carta 216/09, de 26/10/09, da Bandeirantes, recebida no mesmo dia, às 11h52min, pelo superintendente do porto, Janir Branco, na presença do secretário adjunto de Infraestrutura e Logística, Adalberto Silveira Neto. Nesta carta, segundo ele, a Bandeirantes informava que a draga iria suspender os trabalhos para atender à determinação da classificadora RBNA.
Sudaiha destaca que a classificadora tem poderes delegados pela Marinha para liberar qualquer embarcação no que se refere a segurança da navegação — e o armador não pode contrariar suas determinações, sob pena de operar a embarcação contrariando as normas da Marinha, expondo-se a perda de seguro e a graves punições da autoridade naval.
"Assim sendo, tendo recebido determinação para inspeção a seco, havendo disponibilidade para docagem no Rio de Janeiro e chance de viagem com alguns poucos dias de bom tempo, fato raro nessa época no Rio Grande do Sul, fomos forçados a determinar a viagem da draga, não sem antes comunicar formalmente ao porto e à secretaria, e solicitar a devida suspensão do contrato", salientou.
"Concluímos como possível equívoco da diretoria técnica a conclusão, após 30 dias da saída da draga, de que ela saiu à revelia", observou. Informou ainda que, na docagem (no Rio de Janeiro), foram constatados alguns danos no sistema de propulsão da Copacabana decorrentes do acidente ocorrido em Itajaí na saída da draga para Rio Grande. Ele lembra que após o acidente em Itajaí foram feitos reparos que permitiram a operação do equipamento por algum tempo no porto rio-grandino, no seu entender suficiente para atender as necessidades prementes da dragagem do porto. (da Redação)

 



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