Após chegar a 15 km, termina a fila na entrada do Porto de Paranaguá

Uma das principais razões para o congestionamento foi a demora na verificação da soja que chega ao porto
A fila de caminhões que se formou na BR-277, para a entrada no Porto de Paranaguá, nesta segunda-feira (8), só terminou por volta das 2h desta terça-feira (9). Segundo a concessionária Ecovia, que administra o trecho entre Curitiba e o litoral, a fila chegou a 15 quilômetros por volta das 16h30.
Uma das principais razões para o congestionamento foi a demora na verificação da soja que chega ao porto. A Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) informou que houve um aumento repentino da demanda pelo serviço. Segundo o gerente da Claspar em Paranaguá, César Elias Simão, esta é uma situação normal de ajuste do trabalho em função do aumento do fluxo de veículos que transportam a safra. “Nós fizemos uma concentração de esforços para atender esta demanda inesperada e tudo foi resolvido”, disse.
De acordo com a assessoria de imprensa da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), a antecipação do envio de cargas para o porto em função do feriado de Carnaval, na próxima semana também pode ter contribuído para a formação da fila. Além disso, há uma norma para que apenas caminhões carregados com soja, milho e farelo entrem no pátio de triagem durante este período, para facilitar a logística. O descumprimento desta ordem também contribuiu para que os caminhões ficassem parados na estrada.
Em um dia normal, descarregam no Porto de Paranaguá cerca de 300 caminhões. Só nesta segunda-feira, chegaram ao porto 1.088 caminhões. A expectativa é que o movimento suba para 2 mil veículos por dia nos meses de pico de embarque da safra, em março e abril.
Entre os dias 3 e 8 de fevereiro, o movimento já foi acima do normal. Neste período desembarcaram no Porto 3.170 caminhões (583 por dia), sendo que a maioria transportando soja (2.326). Cada veículo transporta, em média, 38 toneladas de produto, o que corresponde a um total de 120.460 toneladas nos últimos seis dias.(Fonte: O Estado de Paraná/Vitor Geron)

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