Entidades de terminais arrendados e privados costuram decreto com o governo que pode destravar investimentos
• As entidades representativas dos terminais privados e arrendatários de terminais em portos públicos têm se reunido desde outubro com o governo para tratar de revisão das normas no setor de portos. Para as empresas, uma das medidas vitais é o ajustamento nos contratos de arrendamento anteriores à Lei de 2003, que vão destravar, imediatamente, segundo essas entidades, mais de R$ 2 bilhões em investimentos. “Vivemos numa plena desorganização da atividade. Há marcos regulatórios em excesso, vários tipos e modelos de contratos, com aplicação contraditória e divergentes das normas” afirma Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP).

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