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Sistema alternativo

‘Scrubbers’ são opção para armadores que veem incertezas no fornecimento de ‘bunker’ com baixo teor de enxofre. Adesão ainda é baixa

• Um relatório da Clarksons Global Shipping indica que, em 2019, somente 10% da frota marítima internacional, cerca de 2.500 embarcações, haviam instalado sistemas de tratamento de gases (scrubbers) em atendimento à Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (Marpol), da qual o Brasil é signatário. A expectativa é que esse percentual seja de 15% até final de 2020, segundo a projeção da consultoria. Os scrubbers são usados para remoção dos poluentes expelidos pelo escape dos navios, permitindo a utilização de óleo combustível com alto teor de enxofre HSFO (high sulphur fuel oil).

Esses sistemas são considerados a principal alternativa ao uso do combustível de baixo teor de enxofre (LSFO), já que a aquisição de embarcações movidas a gás natural liquefeito (GNL) ainda é vista como opção dispendiosa e esbarra na falta de infraestrutura de abastecimento ao redor do mundo. Contra o combustível compatível pesam o preço elevado e a baixa disponibilidade. O scrubber, por sua vez, exigirá investimentos vultosos e gera efluentes difíceis de descartar.

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