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Olho nos preços

Alta procura eleva custo do ‘bunker’ de baixo teor de enxofre. Armadores planejam compras do combustível com mais antecedência

O ano começa com expectativa enorme das empresas de navegação quanto ao comportamento dos preços do bunker com baixo teor de enxofre, que atende às regras da Organização Marítima Internacional (IMO) em vigor desde 1º de janeiro. A partir de outubro do ano passado, quando a Petrobras passou a comercializar o combustível marítimo com teor máximo de 0,5% de enxofre, os armadores perceberam aumento de até 30% nos preços e maior procura pelo produto. A companhia passou a recomendar que os transportadores começassem a solicitar o combustível marítimo com mais antecedência a fim de evitar contratempos.

Em dezembro, alguns armadores relataram a Portos e Navios problemas na disponibilidade do VLSFO (very low sulphur fuel oil) em terminais portuários brasileiros. Procurada pela reportagem, a Petrobras informou que já adequou seu refino e sua logística, normalizando a entrega nos terminais para atender à procura crescente. “Adicionalmente, a companhia está orientando os clientes a programar seus abastecimentos com maior antecedência, uma vez que, em 1º de janeiro de 2020, será mandatória a mudança para o bunker com teor de enxofre abaixo de 0,5%”, diz a companhia em nota.

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