K Line: não podemos alcançar as metas de 2030 da IMO com GNL

A companhia marítima japonesa K Line acredita que o futuro de sua excelência comercial está no desenvolvimento de tecnologias alternativas que vão além do gás natural liquefeito (GNL).

A empresa garante compromisso com planos para reduzir seus gases de efeito estufa (GEE) e atender à sua visão ambiental 2050, de acordo com a pressão crescente para reduzir as emissões globais de CO2.

A K Line já anunciou a construção de navio ro-ro impulsionado a GNL no final do ano passado, além de sua participação em um negócio de fornecimento de combustível GNL em Cingapura com a Shell.

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“No entanto, não podemos alcançar as metas de 2030 da IMO simplesmente mudando o óleo diesel para o combustível GNL; além disso, devemos continuar estudando novas tecnologias como as que utilizam energia eólica. Para alcançar nossas metas para 2050, aceleraremos a pesquisa de combustíveis alternativos, como amônia e combustíveis de metanização, além do hidrogênio”, diz Yukikazu Myochin, presidente e CEO da K Line.

Segundo o executivo, as flutuações do mercado são inevitáveis no negócio de transporte. "De uma perspectiva de médio a longo prazo, podemos ver que a indústria automotiva está entrando em um período de transformação única no século e que a indústria de energia também está se movendo em direção a alternativas de baixo carbono e descarbonizadas", diz Myochin.