AGI Brasil

Relatório PN

 

A Agi Growth está estudando no momento onde instalará sua fábrica brasileira, que pode ser feita em algum tipo de parceria. Toth não descarta a possibilidade de aquisição de ativos. “A história de crescimento da Agi Growth na América do Norte foi baseada em aquisições. Sempre analisamos mercado no Brasil e no mundo inteiro. É uma estratégia macro da empresa”, afirma.

Toth, que é brasileiro, diz que a empresa aposta numa equipe local com suporte das diversas operações da Agi Growth ao redor do mundo. A estratégia também prevê o intercâmbio de profissionais brasileiros para capacitação técnica. “Nossos equipamentos estão algumas gerações à frente do que existe no mercado local, principalmente na parte de movimentação. Estamos entrando com correias enclausuradas à prova de explosão e linha de estocagem temporária — importante para gargalos logísticos durante a safra”, enfatiza.

Mudanças na V.Ships Brasil

Desde o início de novembro a V.Ships Brasil tem novo diretor executivo.  Ele é Leo Freitas, de 32 anos. O executivo iniciou sua carreira na V. Ships em 2006 como trainee. No ano seguinte se transferiu para o Reino Unido, onde ficou até 2011 chegando a gerente de projetos.   De volta ao Brasil nos últimos três anos ele ocupava o cargo de diretor de Desenvolvimento de Negócios Offshore da empresa, que é a maior gestora de serviços marítimos do mundo  e opera no Brasil há 26 anos.

O novo diretor-presidente afirma que a empresa continuará a trabalhar para aumentar sua participação no mercado de óleo e gás brasileiro, setor que tem crescido vertiginosamente nos últimos anos. 

Segundo ele,  o objetivo da V.Ships Brasil é continuar a se manter como a primeira opção em prestação de serviços de alto padrão e qualidade.

Mais velozes

A armadora de Mônaco Compagnie Maritime Monégasque S.A.M. (CMM) fechou contrato com a Petrobras para o afretamento de cinco novas embarcações do tipo Fast Oil Spill Response Vessel. O contrato tem duração de quatro anos, prorrogáveis por mais quatro, e soma US$ 130 milhões.  As embarcações têm design Damen Axe-Bow e estão sendo construídas pelo estaleiro holandês Damen. Três embarcações entrarão em operação no final de 2015 e outras duas no final de junho de 2016.

Entre as vantagens do projeto estão a alta eficiência em termos de consumo de combustível e a rapidez, que permite que as embarcações alcancem as plataformas de petróleo em metade do tempo de um OSRV (Oil Spill Response Vessel). As embarcações também possuem maior estabilidade e operacionalidade em águas profundas.

Segundo Christophe Vancouwenbergh, CEO da CMM, este é o segundo projeto da empresa no Brasil.  “Estamos felizes em reforçar e desenvolver nossa parceria com a Petrobras. O histórico da CMM na gestão e execução de projetos desta natureza e o trabalho dedicado aos seus clientes foram fundamentais para o nosso sucesso na obtenção deste contrato.”   

Criada em Monco, em 2009, a empresa atualmente tem oito embarcações em operação, todas afretadas a casco nu.

Mais

• Adrian Gunther Hulsmeyer  assume a diretoria de desenvolvimento de novos negócios da Mac Laren Oil. 

• Uwe Lauber será o novo CEO da MAN Diesel & Turbo. O executivo ficará à frente dos negócios globais da empresa a partir de janeiro de 2015.

• Gabriela Thielmann é a mais nova contratação da ER Offshore Navegação.  A empresa é especializada em gerenciar embarcações offshore.

• Dalton Schmitt assume o cargo de diretor de Desenvolvimento de Negócios na Farol Apoio Marítimo, presidida por Hensel Gonçalves.

• Guilherme Penin Santos de Lima é o novo secretário executivo da Secretaria de Portos (SEP), em substituição a Antonio Henrique Pinheiro Silveira, que irá para a representação do Brasil no Banco Mundial.

Errata

A Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil saiu grafada como Diretoria de Hidrografia e Manutenção na reportagem sobre sinalização náutica publicada na edição passada.