Editorial 700

Os portos brasileiros têm demandas importantes para o desenvolvimento de suas atividades com responsabilidade ambiental. Ainda patinam em orçamentos apertados e desenvolvimento desigual para problemas básicos e comuns a todos, como o tratamento e destinação de resíduos. Para ofertarem serviços “limpos” aos navios — e deles também exigirem práticas ambientais responsáveis, necessitam antes fazer o dever de casa, o que exige tempo e investimento. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários verifica ano a ano avanços importantes, desde que deu início ao ranqueamento ambiental de portos e, mais recentemente, de terminais privados.

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