O estaleiro Detroit Brasil entregou a última unidade da série de sete rebocadores encomendados pela Aliança Navegação e Logística. A cerimônia de batismo do Aliança Bora foi realizada na última terça-feira (9), no estaleiro, localizado em Itajaí (SC). A Aliança pretende utilizar os sete rebocadores em portos brasileiros para oferecer apoio às atracações de diversos armadores, sobretudo Maersk, Hamburg Süd e a própria Aliança.

O rebocador, assim como os três anteriores (Aliança Levante, Aliança Mistral e Aliança Tramontano), possui alto nível de automação. Com 32 metros de comprimento e 70 toneladas de tração estática (bollard pull), o Aliança Bora é considerado um rebocador de última geração, da classe Automatic Bridge Centralized Control Unmanned, que permite o comando e monitoramento integrais dos controles do sistema de propulsão a partir do passadiço.

Para o diretor superintendente da Aliança e Hamburg Süd, Julian Thomas, a tecnologia embarcada é um diferencial da série, que trará ainda mais segurança às atracações. O nome 'Bora' foi uma homenagem ao vento que sopra na costa norte do Adriático, normalmente frio e forte, com rajadas que podem atingir 150 quilômetros por hora. A madrinha do novo rebocador é a analista financeira Valéria Frazão, que trabalha na Aliança há 27 anos.

Ficha técnica (Aliança Bora):
Comprimento: 32,00m;
Boca: 11,60m;
Pontal: 5,426m;
Calado: 4,358m;
Peso: 349,3 toneladas de DWT (tonelagem de porte bruto);
Motores: MTU 2 x 2240 kw (potência);
Propulsores: Schottel;
Velocidade: 14 nós;
Operações: rebocador portuário e apoio marítimo.

 


Por Danilo Oliveira
(Da Redação)

Danilo Oliveira

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