A  cidade de Macaé, no Norte Fluminense, recebe no próximo dia 8 de dezembro um curso sobre descomissionamento de linhas e equipamentos submarinos. O módulo, organizado pela Destri Consulting, também abordará aspectos ambientais aplicados a esse tipo de atividade. Na pauta estarão assuntos como: Coral-Sol, tratamento de resíduos (TENORM), decisão sobre remoção ou não de linhas e equipamentos, locais para armazenamento e destruição. Especialistas vão trazer um status atualizado da revisão da resolução 27/2006 da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), incluindo a posição da agência, do órgão ambiental (Ibama) e das petroleiras. A norma estabelece as regras para o descomissionamento de plataformas.

Com o amadurecimento dos campos petrolíferos, o descomissionamento dos sistemas de produção de petróleo e gás vem despertando interesse e dúvidas quanto às suas reais dimensões. Apesar de os planos de negócios das operadoras e perfuradoras ainda serem considerados muito tímidos quanto aos montantes envolvidos, o setor estima que os gastos com o descomissionamento deverão alcançar montantes na casa dos bilhões de dólares por ano. O Brasil possui, pelo menos, 150 plataformas no Brasil em operação e, de acordo com a ANP, mais de 50% dessas estruturas estão operando há mais de 25 anos. As concessões do leilão chamado 'BID zero' tem seu prazo de validade até 2025 e, se estendidas, precisarão de investimentos. Caso contrário, terão de ser descomissionadas.

O curso será ministrado pelo consultor Mauro Destri, ex-gerente de projetos de descomissionamento da Petrobras e contará com a advogada Taciana Amar, especialista em licitações e contratos de petróleo e gás. Também trocarão informações com os participantes o engenheiro mecânico Frederic Fuerth, chefe da área comercial da Edison Chouest Offshore no Brasil e a oceanógrafa Andrea Gallo Xavier, consultora de negócios em exploração e produção de petróleo. Além do consultor Ruy Dantas, especialista em desenvolvimento da produção e engenharia submarina da Petrobras. Informações neste link.

 

 

(Da Redação)

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