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Apoio otimizado

Empresas apostam em potência e eficiência de rebocadores. Covid-19 deve gerar replanejamento
• A atividade de apoio portuário enfrenta um momento bastante desafiador. Em um cenário bastante competitivo, as empresas encaram no horizonte as incertezas nas operações de transporte marítimo diante dos efeitos do novo coronavírus (Covid-19) e da desaceleração da economia global. Em 2019, os principais operadores de rebocadores conseguiram resultados relativamente estáveis, apesar das quedas na movimentação de soja e de minério nos portos brasileiros. As principais apostas do segmento estão nos rebocadores de alta capacidade, na expansão das atividades no Arco Norte e em operações especiais, que exigem níveis elevados de segurança e eficiência nas manobras.

A Sulnorte observou uma pequena redução na atividade no ano passado, em comparação a 2018. A empresa acredita que o resultado 2% menor está relacionado aos problemas no setor de exportação de minério e alguma retração no escoamento do agronegócio, principalmente no sul do Brasil. “Largamos em 2020 otimistas com previsão de recuperação de volumes, mas os dois primeiros meses mostraram o contrário, resultado associado à queda da corrente de comércio provocada pelo Covid-19, o que demandará algum replanejamento para nossa indústria já que ainda é nebuloso o cenário que teremos adiante”, projeta o CEO da Sulnorte, Luiz Felipe Antunes de Gouvêa.

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