A retração de encomendas e a estagnação das cadeias produtivas têm levado a indústria naval a buscar alternativas para sobreviver, como o deslocamento da atividade de construção para o reparo de embarcações, descomissionamento de plataformas e, mais recentemente, desmanche de navios — possibilidade que somente agora entra no radar dos estaleiros. Entretanto, o anúncio do governo federal de realizar cinco grandes leilões de petróleo entre 2017 e 2018, para atrair novos investidores para o setor de óleo e gás nacional, dá algum alento ao setor. Três deles devem acontecer ainda neste ano (dois com áreas do pré-sal e um em regiões do pós-sal), enquanto os outros dois estão programados para 2018, um para cada tipo. A expectativa é de que esses leilões gerem cerca de R$ 60 bilhões de investimentos no país.

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