A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) informou nesta quarta-feira que a produção do cartel foi mais baixa em novembro, mas a da Arábia Saudita - maior produtor do grupo - atingiu máxima recorde, no momento em que o grupo e aliados se preparam para cortar a produção a partir de janeiro em 1,2 milhão de barris/dia.

Em relatório mensal, a Opep reportou diminuição de 11 mil barris por dia em novembro, para média de 32,97 milhões de barris/dia. Mas a produção da Arábia Saudita aumentou em 377 mil barris/dia ante o mês anterior, elevando a produção saudita a 11,01 milhões de barris por dia. O aumento na Arábia Saudita foi compensado pela queda da oferta do Irã, sob sanção dos Estados Unidos, bem como de Venezuela, Nigéria e Iraque.

O relatório da Opep apontou também que a oferta de petróleo da Rússia, maior aliado fora do cartel, atingiu nova máxima pós-União Soviética, a 11,61 milhões de barris por dia em outubro. O cartel, contudo, prevê média de produção na Rússia a 11,44 milhões de barris/dia no próximo ano como resultado da contribuição do país aos cortes de produção.

 

A oferta global de petróleo subiu em 500 mil barris por dia em novembro, perante o mês anterior, atingindo 100,64 milhões de barris por dia, de acordo com o relatório da Opep.

O cartel manteve as projeções para o crescimento da demanda mundial por petróleo para este ano e o próximo, em expansão de 1,5 milhão de barris por dia em 2018, a uma média de 98,79 milhões de barris/dia, e de 1,29 milhão de barris por dia para 2019.

Fonte: Valor

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