A Opep aumentou a sua produção de petróleo em outubro para o maior nível desde 2016, mostra uma pesquisa feita pela Reuters, conforme o crescimento da oferta liderado pelos Emirados Árabes Unidos e pela Líbia mais do que compensou os cortes nos embarques iranianos devido às sanções dos Estados Unidos.

Os 15 integrantes da Organização de Países Exportadores de Petróleo bombearam 33,31 milhões de barris por dia, mostrou a pesquisa nesta quarta-feira, 390 mil bpd acima do registrado em setembro e a máxima da Opep como um grupo desde dezembro de 2016.

A Opep concordou em junho a produzir mais petróleo depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, pressionou o grupo a limitar a alta dos preços e compensar a queda nas exportações do Irã. Os futuros do petróleo tocaram uma máxima em quatro anos de 86,74 dólares por barril no dia 3 de outubro, mas recuaram para 76 dólares desde então, conforme os receios sobre um aperto da oferta foram aliviados.

 

“Os produtores de petróleo parecem estar tendo sucesso em compensar as quedas na produção do Irã e da Venezuela”, disse Carsten Fritsch, analista no Commerzbank.

O pacto fechado em junho envolveu a Opep, a Rússia e outros não integrantes retomando o nível de 100 por cento de cooperação com os cortes de oferta que começaram em janeiro de 2017, depois de meses de fraca produção da Venezuela, Angola e outros países terem elevado a aderência a mais de 160 por cento.

Em outubro, os 12 integrantes da Opep atrelados ao acordo de limite de oferta reduziram a cooperação a 107 por cento, na medida em que a produção subiu, ante 122 por cento em setembro, informou a pesquisa.

Esse é o mais próximo de 100 por cento de cooperação que a Opep chegou desde o acordo de junho.

Fonte: Reuters

 

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