Os preços do petróleo desabaram nesta segunda-feira, seguindo a onda de vendas que volta a se abater sobre ativos de risco neste que já é o pior mês geral desde a crise financeira de uma década atrás.

O petróleo acelerou as perdas conforme Wall Street aprofundou a queda, com o S&P 500 se aproximando de um “bear market”. O S&P 500 e o Dow Jones registraram a pior sessão de véspera de Natal desde o início dos registros para ambos os índices.

Hoje, notícias de que o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, esteve em conversas com um grupo bancário criado após o “crash” de 1987 deixaram investidores ainda mais nervosos. O “shutdown” permitido pelo presidente americano, Donald Trump, e novas críticas do presidente dos EUA contra o Federal Reserve (Fed, BC americano) pesaram também sobre o sentimento do investidor.

 

As quedas nas ações afetam o petróleo porque elevam temores de aperto adicional das condições financeiras, que podem frear mais a atividade econômica e, por tabela, a demanda por energia.

Nos EUA, o petróleo WTI (fevereiro) fechou em queda de 6,71%, a US$ 42,53 o barril. É o menor patamar desde agosto de 2016.

Em Londres, o Brent (março) terminou em baixa de 6,16 %, a US$ 50,77 o barril. É o menor preço desde agosto de 2017.

Em dezembro, o WTI de primeiro vencimento cai 16,49%, enquanto o Brent cede 13,52%. Para ambos, é o pior dezembro desde 2014.

Entre outras commodities, o ouro (fevereiro) fechou em alta de 1,09%, a US$ 1.271,80 por onça-troy, puxado pela forte demanda por proteção e pela queda do dólar, que se deprecia frente a moedas como o iene e o franco suíço (divisas demandadas por investidores em tempos de turbulência).

Fonte: Valor

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