O preço do petróleo caminha para sua maior queda mensal desde 2008 diante da observação da Rússia de se mostrar confortável com a cotação atual do produto.

Além dos sinais de que Moscou não está comprometido com o corte de produção defendido pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), os investidores avaliam a notícia de que os Estados Unidos concordaram em adiar as sanções para países que importam petróleo do Irã e mostram preocupação com a saúde da economia global.

Por volta de 14 horas, o contrato do petróleo do tipo WTI com entrega em janeiro de 2019 marcava US$ 50,56, recuo de 1,73%, mas já foi transacionado abaixo de US$ 50, na mínima do dia. O Brent era negociado a US$ 58,69, baixa de 1,38%.

 

A atenção dos investidores continua voltada para a reunião nos dias 6 e 7 de dezembro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados, em Viena, e até lá os preços devem continuar oscilando diante de indicações quanto à disposição dos participantes de cortar a produção. Os sinais, até o momento, têm sido divergentes, o que ajuda a entender a volatilidade dos preços.

De acordo com relato da agência de notícias Tass, o ministro de Energia da Rússia, Alexander Novak, disse que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e os parceiros do cartel estariam confortáveis com os níveis atuais dos preços. Trata-se de um sinal de que os russos estão dispostos a se opor a um corte de produção na reunião do cartel na próxima semana.

Fonte: Valor

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