Em todo o ano de 2018, a petroleira anglo-holandesa Shell registrou lucro líquido de US$ 23,35 bilhões, um avanço de 80% em relação a 2017. 

De janeiro a dezembro do ano passado, a receita totalizou US$ 396,6 bilhões, uma alta anual de 27%. 

Na divisão por negócio, a receita de refino e abastecimento (downstream) somou US$ 334,7 bilhões, um crescimento de 26% ante 2017, gás integrado totalizou US$ 43,7 bilhões, uma alta de 34%, e a área de exploração e produção (upstream) somou US$ 9,9 bilhões, avanço de 28%.

 

Na divisão de exploração e produção, a Shell informou que houve um efeito negativo de US$ 561 milhões da desvalorização do real no Brasil no ano de 2018 e uma despesa líquida de US$ 350 milhões de depreciação, principalmente de ativos na América do Norte e em joint ventures de plataformas de águas profundas.

O diretor-presidente da empresa, Ben van Beurden, ressaltou que a Shell finalizou o ano com fluxo de caixa das operações de US$ 49,6 bilhões, concluiu o programa de desinvestimentos de US$ 30 bilhões e iniciou projetos de crescimento.

Além disso, ele destacou o pagamento de dividendos em dinheiro e o programa de recompra de ações de US$ 4,5 bilhões.

4º trimestre de 2018

A petroleira registrou lucro líquido de US$ 5,6 bilhões no quarto trimestre de 2018, um avanço de 47% na comparação com o mesmo período de 2017, beneficiada pela subida dos preços do petróleo e gás natural.

De outubro a dezembro do ano passado, a receita totalizou US$ 104,6 bilhões, um avanço anual de 18,7%.

Do total da receita, a maior parte, US$ 87,12 bilhões, veio do negócio de downstream (refino e abastecimento), uma alta de 16,8% na comparação com o quarto trimestre de 2017.

Já US$ 11,9 bilhões vieram do negócio de gás integrado, um crescimento de 45%, e US$ 3,2 bilhões da área de exploração e produção (upstream), que avançou 21,2%.

Fonte: Valor

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