O governo do Catar anunciou, nesta segunda-feira (3), que deixará a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), da qual faz parte desde 1961, em 1º de janeiro do ano que vem. A decisão ocorre às vésperas de reunião do grupo para reverter a queda de preços no setor.

Entre os 15 membros da Opep, o Catar é um dos menores produtores de petróleo, mas se destaca por ser o maior exportador mundial de gás natural liquefeito (GNL), no qual deverá agora concentrar seus negócios.

Doha afirmou que sua decisão não foi motivada por questões políticas. No entanto, o país está envolvido em disputada diplomática com a Arábia Saudita, que, junto de Rússia e Estados Unidos, tem determinado as diretrizes no mercado de petróleo.

 

"Não estamos dizendo que vamos sair do setor petrolífero, mas isso é controlado por uma organização gerida por um país", disse o ministro de Estado para Assuntos Energéticos do Catar, Saad al-Kaabi, sem nomear a nação citada.

Ele ainda afirmou que o Catar participará da reunião do grupo na quinta (6) e na sexta-feira (7), e cumprirá seus compromissos. A Opep discutirá um eventual corte de oferta para reforçar os preços do petróleo, que perderam quase 30% desde o pico de outubro.

Fonte: Folha de Pernambuco

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