O indicado para a presidência da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse nesta terça-feira (20) que irá detalhar em novembro e em dezembro os planos para privatizações de empresas vinculadas à estatal. A afirmação foi feita no início da tarde enquanto Castello Branco deixava o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília, local onde está concentrada a equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

“Os planos [de privatização] vão ser detalhados [...] ao longo de novembro e dezembro para chegarmos em janeiro prontos para enfrentar os desafios. Agora, é a pré-temporada”, disse Castello Branco. Segundo ele, a prioridade será "acelerar a exploração do pré-sal".

Entre os setores que estariam na mira do futuro governo para serem privatizados estão a área de refino e de distribuição de combustíveis. Na véspera, o economista afirmou em entrevistas que a Petrobras desenvolve atividades que "não são naturais" da empresa e não dão retorno, citando, por exemplo, a BR Distribuidora. "A BR é uma cadeia de lojas, no fim das contas. A competência da Petrobras é na exploração e produção de petróleo", disse.

 

Economista defende privatização da Petrobras

A indicação de Castello Branco para o comando da petroleira foi informada na segunda-feira (19). 

Com pós-doutorado na Universidade de Chicago, o economista é um conhecido defensor da privatização da companhia. Antes de aceitar o convite para assumir a Petrobras, fez parte do conselho de administração da Vale. Ele é professor e diretor de um centro de estudos da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Pouco depois do anúncio, Bolsonaro disse que “partes” da Petrobras podem ser privatizadas. 

“Alguma coisa da Petrobras pode ser privatizada, mas não toda. A Petrobras é estratégica. Estou conversando com o Paulo Guedes sobre levar adiante o plano de privatizar parte da estatal”, afirmou.

Fonte: Uol

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