O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Décio Oddone, acredita que os seis leilões realizados pelo governo entre 2017 e 2018 começarão a gerar atividades de exploração ao fim de 2019. A expectativa, no entanto, é que o pico de contratações pela indústria se dê “por volta de 2023”.

“Os leilões garantiram a retomada da indústria. A atividade vai crescer muito, mas a exploração e produção é uma atividade de longo prazo”, disse, após a 5ª Rodada de Partilha da Produção do Pré-sal, realizada hoje pela ANP no Rio de Janeiro.

A ANP prevê que a produção brasileira atinja os 5,5 milhões de barris diários em 2027 e que o Brasil se torne um dos cinco principais produtores de petróleo do mundo, segundo Oddone.

 

Ele destacou o clima de otimismo com o setor e citou que, nesta semana, representantes da SaudiAramco - companhia petrolífera estatal saudita e a maior companhia do ramo do mundo em termos de reservas de óleo cru e de produção - visitaram o Brasil para buscar e conhecer fornecedores brasileiros. “Isso nos dá orgulho”, afirmou.

Fonte: Valor

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