O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil concentrou 76% do valor arrecadado em bônus em leilões de licitação de áreas de produção de petróleo no mundo. Segundo ele, desde 2016, as petroleiras pagaram US$ 7 bilhões (cerca de R$ 26 bilhões) em uma centena de leilões com 3 mil blocos ofertados, que foram realizados em 82 países desde 2016. O Brasil ficou com a maior parte de recursos com apenas 72 do total de blocos licitados no mundo.

Para Oddone, o Brasil continuará a atrair investimentos no setor de óleo e gás no próximo ano. A equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, já indicou disposição de manter a realização de novos leilões. Ele fez os comentários ao participar na tarde desta quarta-feira da assinatura de 12 contratos de concessão com dez empresas que arremataram blocos na 15ª rodada de licitações de áreas no pós-sal, realizado março deste ano.

Durante o evento, o ministro de Minas e energia, Moreira Franco, também disse acreditar na continuidade dos leilões da ANP no novo governo, destacando que o mandato de Oddone à frente da ANP termina em 2020.

 

- Estou torcendo para que o mais breve possível possamos assinar os contratos de partilha da 5ª Rodada (do pré-sal, realizada em setembro deste ano), e comemorar, no próximo ano, o sucesso da ANP (em termos de) de transparência. E que tenhamos no gás natural um mercado completamente diferente - disse Moreira Franco.

Fonte: O Globo

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