Aumenta o foco sobre o Brasil com a previsão de 26 novas plataformas, 16 em planejamento, duas já em processo licitatório, e 10 em processo de avaliação, até 2025. A informação consta da apresentação da Modec, baseada no relatório sobre unidades flutuantes de produção da Energy Maritime Associates (EMA), do último trimestre de 2017.  O Brasil só perde para a África, com 26 unidades em analise e 8 em avaliação. No cenário mundial existem planos de contratar 135 e 48 unidades em avaliação.

O preço do petróleo; as parcerias da Petrobras com Total, Equinor (ex-Statoil), as chinesas CNPC e CNOOC, Exxon Mobile e BP; os leilões de concessão e partilha atraindo novas petroleiras formam o cenário estratégico do próximo Plano de Negócios da Petrobras. A demanda por plataformas cria necessidade de navios aliviadores. A Teekay estima que o Brasil vai necessitar 20 navios aliviadores até 2025.  O diretor de desenvolvimento da produção e tecnologia da Petrobras, Hugo Repsold, disse que a empresa vai mapear a situação dos estaleiros brasileiros e cogita voltar a contratar no país unidades próprias.

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O balanço de 2017 da Petrobras revela perdas e aumento de despesas líquidas que somam R$ 4,532 bilhões nos projetos de construção naval no Brasil. As obras se referem a navios petroleiros e cascos de FPSO, em contratos com Eisa-PetroUM, Estaleiro Atlântico Sul, Ecovix-Engevix Construções Oceânicas, Enseada Indústria Naval e Estaleiro Rio Tiete.

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A Marathon Petroleum Corporation (MPC) anunciou recentemente a fusão com a Andeavor (ANDV), criando a maior empresa de refino e distribuição de produtos de petróleo dos EUA, com capacidade de refino superior a três milhões de barris dia. 

Pelos termos do acordo de fusão, a Marathon vai adquirir a Andeavor por US$ 23,3 bilhões. A Marathon terá 66% do controle e a Andeavor 34% na nova empresa. A operação ainda depende de aprovações de acionistas e entes reguladores do mercado. As empresas são complementares em suas operações, a Marathon no centro dos EUA e no Leste, a Andeavor no Oeste. 

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O caminho percorrido em 2018 até o ameno clima outonal de maio, no Brasil, mostra acontecimentos que indicam novas situações para a indústria marítima. Três ocorrências chamam a atenção. A primeira é o contínuo interesse dos investidores estrangeiros nos negócios de exploração e produção de petróleo e na conquista de concessões de terminais portuários. O que indica a mudanças de patamar de tecnologias e de modelos de negócios. Uma fase de maior internacionalização da economia brasileira está em gestação.

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A Offshore Technology Conference (OTC) será realizada em Houston de 30 de abril a 2 de maio de 2018. O evento completa 50 anos, deve receber cerca de 70 mil participantes e é patrocinado por 13 grandes indústrias e associações de classe. Ocorre num panorama de recuperação da crise do preço do petróleo e diante do processo de transição para uma economia de baixo consumo de carbono. 

O Brasil e suas oportunidades é um dos destaques. A Global Data Upstream Analytics estima que a Petrobras vai liderar a produção de gás na região, com 21% do total de 17,3 bilhões de metros cúbicos/dia da produção estimada da América Latina até 2021.

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A voz corrente é que o ano só começa depois do carnaval. Muitos concordarão que 2018 começou lá pelo meio de dezembro. Com os tiroteios da política, os tiroteios dos criminosos, as vidas perdidas no fogo cruzado e os espasmos da economia. Mas existem lições que merecem registro: a população que não se intimidou e fez carnaval mesmo assim. Nas ruas, no Sambódromo, expondo a fragilidade de autoridades em patética perplexidade.

É necessário reconhecer que existem notícias boas na indústria naval, mesmo tirando a fantasia. A revista Portos e Navios lançou seu cadastro de participantes do setor, apresentou realidade das encomendas existentes e registra a preparação em cursos e treinamentos para uma nova fase e expansão dos negócios.

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A Asgaard Navegação conquistou a melhor pontuação no Programa de Excelência Operacional de Transporte Aéreo e Marítimo (Peotram) da Petrobras em 2017, repetindo o desempenho do ano anterior. A equipe considera que o desempenho é resultado de padrões técnicos bem documentados. A pontuação atingida foi a maior entre 47 operadoras de navios de apoio marítimo para a Petrobras. O objetivo do Peotram é a excelência nas operações de transporte marítimo, estimulando padrões de gestão para comparação internacional.

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A Agência Nacional de Transportes Aquaviários, com fundamento constitucional (art. 174), foi criada pela Lei n. 10.233/01 para regular o transporte aquaviário e a atividade portuária, e proteger o interesse público.

Assim, devegarantir a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas.”

As suas normas devem respeitar a participação dos regulados, e suas escolhas somente serão legítimas se forem sistematicamente eficazes, tecnicamente motivadas, transparentes, imparciais, observarem a moralidade e responsáveis por ações e omissões causadoras de danos juridicamente injustos. Nunca devem tratar o regulado prejudicado, que tem direito à boa administração pública, de súdito, e beneficiar o não regulado sob o argumento que qualquer procedimento para regulá-lo constitui em burocracia.

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O ano que se inicia promete melhoria na demanda para a indústria naval, o setor que tem como principais segmentos o transporte marítimo e fluvial, os terminais portuários, a construção naval e a produção de petróleo e gás em alto-mar.

O transporte marítimo e fluvial vai apresentar aumento na demanda por cargas, considerando a ampliação dos índices de expansão econômica do país e a ampliação do comércio exterior, estimado pela Associação Brasileira dos Exportadores (AEB) em 1% nas exportações (US$ 219 bilhões) e 11,7% nas importações (US$ 168,625 bilhões). Boa notícia para os portos que continuam com desempenho positivo.

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