Por Ivan Leão
• O trimestre é inesquecível. O mundo assiste aos primeiros meses do presidente Trump, nos EUA, anunciando corte no Orçamento, com aumento de US$ 54 bilhões no dinheiro para as Forças Armadas. Parte destinada à construção naval militar para aumentar a frota da Marinha dos EUA de 274 para 355 navios, nos próximos 30 anos. Significa a construção de cerca de três novos navios militares a cada ano. É a projeção marítima do poder.

O poder marítimo também está na agenda da Rússia e da China, com notícias sobre o teste dos limites no Sul do mar da China, ameaçando direitos do Japão. Uma nova definição de fronteiras pode estar em gestação. Há retorno do nacionalismo radical, na Europa e nos EUA.

No Brasil, a situação é quase inacreditável. Um Congresso com o maior nível de descrédito da história recente tenta, de uma só vez, as reformas política, tributária e previdenciária. As mesmas que há mais de 30 anos não são sequer cogitadas pela sua complexidade e falta de consenso. Após dois anos de recessão, a inflação mostra sinais de redução, as demissões estancam, investidores internacionais mostram seu interesse pelo país com a aquisição das concessões dos aeroportos.

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