Por Patrício Jr.
Assim que os fundamentos da economia retornarem a bases seguras, o que já começa a ocorrer, com o estabelecimento de teto para os gastos públicos, o declínio da inflação e a consequente redução dos riscos e dos juros, o Brasil terá que voltar a atenção novamente para a busca da competitividade.

O acerto na macroeconomia, com a reconciliação das políticas fiscal e monetária, visando ao crescimento sustentável, é um pressuposto indispensável. Contudo, para o crescimento sustentável, deverá ser acompanhado de um reiterado esforço para que sejamos eficientes e competitivos em nossas cadeias de produção. Infelizmente, ainda não é o que ocorre hoje.

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