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Digitalização do transporte marítimo: ação ou reação?

Há tempos que quando queremos viajar bastam apenas alguns “clicks” para reservar passagens aéreas, hotéis, pacotes turísticos e até mesmo para chamar um carro que nos leve ao aeroporto utilizamos um aplicativo de celular.

Apesar do ainda enorme “gap” tecnológico entre o transporte aéreo de passageiros e o transporte marítimo de cargas, os armadores vêm cada vez mais enxergando na “digitalização” de seus negócios uma oportunidade de dar um salto tecnológico e otimizar seu relacionamento com os clientes. Embora as plataformas de reservas de embarque não sejam exatamente uma novidade no transporte marítimo (o Inttra já oferecia isso há cerca de duas décadas, mesmo que com um certo “delay”, para clientes que tinham fretes negociados com um pool de armadores associados ao portal), com as novas tecnologias os armadores passaram a oferecer plataformas próprias de cotações de frete e reservas de embarque “real time”, evoluindo para um modelo muito semelhante ao das companhias aéreas, inclusive com tarifas mais atrativas para reservas antecipadas, garantia de espaço/equipamento e penalizações por “no show”.

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