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Desestatização da Codesa reacende incertezas no sistema portuário capixaba

Recentemente, a desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), atual gestora do Porto de Vitória, voltou a ser pauta urgente do Governo Federal. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou que o processo para privatizar a gestão do sistema portuário capixaba deve ser iniciado ainda no segundo semestre deste ano e finalizado em 2021.

Segundo o ministro, a transição para a privatização deve ser feita em modelo misto, em duas etapas: a venda da empresa e a concessão das atividades portuárias a outro órgão gestor. Desde que o assunto começou a ser debatido, em 2019, a comunidade portuária vem lidando com inúmeras incertezas. Como será feita a gestão? Haverá perda de cargos de trabalhadores? Como ficará a rotatividade de cargas? Fato é que o Porto de Vitória ainda carece de investimentos em infraestrutura e logística, além de melhorias na gestão para o aumento da produtividade. Porém, é discutível a ideia de que a desestatização seja o melhor caminho para que isso aconteça.

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