Porto do Açu
  • Vard Promar lança primeiro gaseiro

    Transpetro prevê receber seis novos navios este ano. ‘Oscar Niemeyer’ tem lançamento realizado no Caneco — A Transpetro prevê receber seis navios de grande porte para o transporte de petróleo e derivados em 2014. São eles: o suezmax Dragão do Mar, que está sendo construído no Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e deve ser entregue no início do ano; dois navios panamax (Anita Garibaldi e Irmã Dulce); outros dois suezmax (Henrique Dias e outro ainda sem nome), além do gaseiro Oscar Niemeyer, o primeiro gaseiro feito no Rio de Janeiro e que foi lançado ao mar no último dia 4 de dezembro pelo estaleiro Vard Promar.

  • Terminal no Rio renova autorização

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) renovou uma autorização de funcionamento da Libra Terminais Rio. A licença autoriza a empresa a armazenar produtos farmacêuticos, cosméticos, medicamentos e saneantes. A Anvisa inspecionou áreas internas do terminal em ambientes de espaço seco e também em ambientes climatizados. A área climatizada, que pode atingir cerca de 720 posições-palete, é um espaço recém-criado pela Libra no porto do Rio para mercadorias que necessitem ser armazenadas em temperaturas entre 15° a 25° C.

  • Relatório PN

    50 anos

    O Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) completou 50 anos. O centro foi criado em 4 de dezembro de 1963 com o papel de antecipar e prover as soluções tecnológicas necessárias aos negócios da Petrobras. Instalado em uma área total de 300 mil metros quadrados, na Cidade Universitária, no Rio de Janeiro, o Cenpes conta hoje com mais de 200 laboratórios, além de plantas experimentais e um Núcleo de Visualização e Colaboração voltado para simulação, interatividade e imersão em diversos processos da indústria de energia.

  • R$ 2 bilhões para duplicação

    Foto: Thiago Takeda

    Fases 1 e 2 do porto de São Sebastião recebem licença do Ibama para ampliação — O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu em dezembro a licença prévia para as fases 1 e 2 do projeto de ampliação do porto de São Sebastião (SP). De acordo com a Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), o documento possibilitará que a área portuária de São Sebastião passe dos atuais 400 mil metros quadrados para 800 mil metros quadrados. O investimento previsto nesta etapa é de R$ 2 bilhões.

  • Produtos e Serviços

    Resíduos na indústria petrolífera

    A Editora PUC Rio lançou em dezembro o livro Gerenciamento de Resíduos na Indústria de Petróleo e Gás — Os desafios da exploração marítima no Brasil, de autoria de José Araruna Jr. e Patrícia Burlini. Com 236 páginas, o livro apresenta estudos práticos de casos vivenciados pela indústria e descreve os benefícios da aplicação do conceito de ciclo de vida ao gerenciamento de resíduos.

  • P-62 tem 63% de conteúdo nacional

    A Petrobras concluiu em dezembro as obras da P-62. A cerimônia foi realizada no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, e contou com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, e a presidenta da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster. A plataforma está prevista para entrar em produção no primeiro trimestre do ano.

  • Otimismo em alta

    2013 foi positivo para fornecedores de sistemas de propulsão e manobra. Expectativa é de mercado favorável em 2014 — As licitações para navios de apoio às plataformas de petróleo previstas pela Petrobras para 2014 anima os fornecedores de sistemas de propulsão e manobra neste ano que se inicia. 2013 foi positivo para a maioria deles e a expectativa é que o mercado continue favorável.

  • Omissões de portos: o que fazer?

    Introdução

    As indústrias marítima e portuária são consideradas de rede, vez que há muitos prestadores de serviços (armadores, NVOCC, agentes marítimos, freight forwarders, terminais portuários, despachantes aduaneiros, dentre outros), interdependentes e muito próximos nas suas relações operacionais e comerciais. 

    Muito antes de janeiro de 2013, temos observado o aumento das omissões de portos por navios, ou melhor, dos portos programados em rotas de navios que prestam serviços para usuários brasileiros, prejudicando esse grupo de empresas que dependem do modal marítimo para transportar seus produtos.

  • Novo estaleiro em Suape

    Com oito contratos na carteira, Vard Promar conclui instalações em Pernambuco com possibilidade de expansão — O estaleiro Vard Promar, localizado no complexo industrial de Suape, em Pernambuco, concluiu a construção de suas instalações e pretende, nos dois próximos anos, consolidar processos e incrementar o quadro de colaboradores. A atual carteira de encomendas tem fôlego até o primeiro quadrimestre de 2017. São oito gaseiros encomendados pela Transpetro, que possibilitaram a construção do estaleiro. A direção da empresa tem a expectativa de fechar novas contratações no âmbito das licitações da Prorefam.

  • Novas práticas portuárias

    Antônio Maurício - Centro contribuirá para orientar as autoridades públicas e capacitar profissionais
    Governo e pesquisadores criam centro de referência e guias para estimular ações sustentáveis nos portos — A Secretaria de Portos (SEP) e o Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig/Coppe/UFRJ) lançaram em dezembro, na sede do Itamaraty em Brasília, o Centro Internacional de Referência em Portos e Sustentabilidade. O Cirps conta com a parceria de 17 instituições de ensino e pesquisa do Brasil com o objetivo de promover a temática de sustentabilidade dos portos e suas correlações com a sociedade e o meio ambiente.

  • Foco militar


    Eisa bate quilha do 4º navio-patrulha de sua carteira. Nicho militar é um dos prioritários do estaleiro — Com uma carteira de encomendas que soma R$ 1,2 bilhão e operação sem ociosidade, o estaleiro Ilha (Eisa) busca conquistar novos contratos no primeiro semestre de 2014 para não ter lacunas em sua linha de produção. É que algumas entregas de embarcações estão previstas no cronograma do próximo ano e até 2016 todos os contratos já terão sido concluídos. “Estamos negociando com alguns armadores e temos boas perspectivas”, afirma o presidente do Eisa, Josuan Moraes Jr., sem entrar em detalhes.

  • Fato relevante de uma estratégia equivocada

    Aqueles que pelo menos acompanham o tema “logística no Brasil” sabem que a matriz de transporte é o farol que deve orientar a adoção de políticas públicas focadas em aperfeiçoar o escoamento de tudo que se produz prioritariamente para exportação, onde maciçamente predomina o modal aquaviário.

    Há inegavelmente um esforço concentrado, capitaneado fortemente pela iniciativa privada, que tem buscado há anos a saída pelo Norte, entendendo-se aqui, os portos e terminais existentes ou a serem construídos, por onde sabidamente tornam toda commoditie que se exporta altamente competitiva frente aos demais players do mundo, notadamente do agrobusiness.

  • Expectativa aumenta


    Atraso nos leilões deixa empresas de engenharia portuária apreensivas pelos novos projetos prometidos — Empresas de engenharia portuária aguardam o aquecimento do setor, prometido pelo governo desde a promulgação da nova Lei dos Portos (12.815/2013), em junho de 2013. No entanto, o programa de arrendamentos portuários — principal expectativa de novos projetos — atrasou logo na licitação do primeiro lote, que compreende novas instalações portuárias em Santos e no Pará. Os mais otimistas torcem para que as eleições de 2014 não adiem ainda mais os certames, que sequer tiveram os editais publicados até o fechamento desta edição. Enquanto os novos projetos não se confirmam, cresce o número de consultas por parte de investidores tentando entender o novo marco e aproveitar as oportunidades de investimentos.

  • Equipamento é um dos maiores do mundo

    A Kepler Weber lançou, em dezembro, um dos maiores silos sem torre central do mundo. O Silo 156, em Primavera do Leste (MT), possui tecnologia de armazenagem para altas capacidades de grãos. O novo produto permite armazenar até 35 mil toneladas, ou 590 mil sacas de soja, a uma altura de 30 metros.

  • Editorial

    Passadas as festas de fim de ano, é hora de avaliar as pers-pectivas para 2014. Em ano de eleições, tudo o que se refere a governo tem dois tempos. Até o meio do ano implementam-se ações que serão proibidas pelo calendário eleitoral no segundo semestre. A partir daí, tem início a temporada de inaugurações de obras. As inaugurações nem sempre marcam efetivamente o final das obras, mas mobilizam a opinião pública. As boas apostas ficam mesmo concentradas até o meio do ano, ou seja, o final de maio. Não esqueçamos, 2014 tem 11 meses, pois de 12 de junho a 13 de julho o país para com a Copa do Mundo. Os dois eventos — eleições e o futebol — podem de fato atrasar projetos. O setor portos depende fortemente de decisões de governo. É o caso das licitações, que podem ser aceleradas ou postergadas, dependendo de fatores nem sempre técnicos. Dezembro terminou sem que os editais anunciados ganhassem as ruas, após discussões com o TCU e eventuais correções. Já a indústria naval, embora fortemente alavancada por uma estatal, a Petrobras, tem seu ritmo próprio e cronograma vinculado a contratos, o que a torna mais imune ao fator eleições. Novas obras no âmbito do Prorefam são aguardadas para este ano, o que torna o cenário promissor para os estaleiros e fornecedores. A reportagem sobre equipamentos de propulsão e manobra, nesta edição, mostra que os fabricantes estão otimistas. Seja como for, este ano, tudo indica, começará antes do carnaval, por motivo de força maior. Então, mãos à obra.

  • Conflito de gerações (2)

    Empresas de O&G encaram desafio de integrar experiência de veteranos à geração Y — As empresas estão se adaptando a um novo perfil de profissionais que está tomando conta do mercado. Nascida na década de 80 e início da década de 90, a chamada geração Y está levando novas formas de agir e pensar a pequenas, médias e grandes empresas. As companhias estão revendo seus conceitos, a fim de aproveitar ao máximo a experiência técnica dos veteranos, aliando-a ao conhecimento e potencial desses jovens com desejo de ascender profissionalmente.

  • Alternativas para a rota Brasil-Ásia

    Estudo de empresa global aponta que trajeto pelo expandido Canal do Panamá poderá sair caro — A expansão do Canal do Panamá pode não ser a melhor solução para as rotas de navegação entre Brasil e Ásia. Uma pesquisa da empresa global de engenharia WorleyParsons aponta o trajeto pelos oceanos Atlântico e Índico, passando pelo Cabo da Boa Esperança, na África, como a melhor opção para chegar aos países asiáticos, sobretudo à China. As tarifas praticadas no país da América Central seriam a principal razão para o encarecimento da rota, de acordo com o levantamento da empresa, com sede na Austrália.