AGI Brasil
  • Wilson Sons - Três embarcações para a Geonavegação

    A Wilson, Sons Estaleiros assinou, no último mês de julho, contrato para construção de três embarcações para a Geonavegação. Serão dois Oil Spill Recovery Vessels (OSRV) com capacidade de armazenagem de 1.080 metros cúbicos de óleo e um Platform Supply Vessel (PSV) de porte bruto de cinco mil toneladas. Com previsão de entrega para 2015, as embarcações serão construídas no complexo de estaleiros da Wilson, Sons no Guarujá (SP). Somadas, elas possuem valor aproximado de R$ 293 milhões.

  • Vicel - Apresentações durante a Navalshore

    A Vicel confirmou mais uma participação na Navalshore, onde expõe anualmente seus produtos e serviços desde 2006. Em 2013, fará duas apresentações durante a grade de seções patrocinadas no auditório do Centro de Convenções Sul America: a primeira sobre o Balpure, sistema de gerenciamento de água de lastro desenvolvido pela Severn Trent De Nora, no dia 13/ de agosto.

  • Siscomex gera dúvidas e passivos

    Agências marítimas e armadores buscam simplificação do sistema de multas junto à Receita Federal

    Armadores e agências marítimas buscam junto à Receita Federal uma forma de simplificação das penalidades aplicadas no âmbito do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex-Carga). Eles tentam minimizar os impactos das multas aplicadas em casos de erros de informação das cargas. As penalidades custam R$ 5 mil, mas, acumuladas, podem se tornar um grande passivo para essas empresas.

  • Serviço de bordo

    Hotelaria em alto-mar cresce e empresas do segmento investem em aperfeiçoamento dos serviços oferecidos

    O início da atividade da hotelaria marítima e offshore no Brasil acompanha a história da exploração de petróleo em território nacional. A partir de 1974, com a descoberta de poços na Bacia de Campos, no litoral fluminense, a maior reserva do óleo no país, a atividade hoteleira para tripulantes embarcados ganhou força, acompanhando a atividade de prospecção da commodity.  

  • Schottel - Propulsores hidrodinamicamente aperfeiçoados

    Compactos, modulares e de desempenho aperfeiçoado – é assim que os propulsores Rudderpropellers (SRP) e os propulsores Twin Propellers (STP) da nova geração da Schottel podem ser brevemente caracterizados. A carcaça do propulsor foi aperfeiçoada através do uso de técnicas CFD (Computational Fluid Dynamics) assim como aplicação de modelos de teste. Os SRP e as STP estão disponíveis com uma variedade de caixas redutoras para se adequarem a todas as velocidades de entrada independentemente de serem movidas por um motor diesel ou por um motor elétrico.

  • S.C.A Corporate - Sistema de módulos para setor naval

    A S.C.A. Corporate Solutions apresentou ao mercado um projeto enquadrado como pioneiro no Brasil pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: o Total Accommodation. É um sistema plug and play de módulos estruturados metálicos ambientados e prontos para a habitação ou o uso corporativo, com foco à demanda do segmento naval e offshore.  A companhia já produz  o Total Accommodation através da parceria com a Staco.

  • Resíduos sólidos

    Uma parceria de sucesso que completa 16 anos entre a MAN Latin America e a holding Solví, originou no desenvolvimento de mais um caminhão protótipo, o modelo vocacional VW Constellation 23.230 6x2 Compactor, dedicado à coleta de resíduos sólidos, que estará em testes na frota da Loga, uma das empresas do grupo brasileiro, responsável pela coleta de lixo na cidade de São Paulo.

  • Reforço logístico - Embraport inicia operação comercial

    A Embraport, empresa da Odebrecht TransPort e DP World, iniciou oficialmente, no último dia 3 de julho, as suas operações comerciais. As atividades no terminal da Embraport começaram com a escala do navio Mercosul Manaus, operando na cabotagem. De acordo com o presidente da Embraport, Ernst Schulze, o início das operações foi bem-sucedido. “O terminal é um dos mais modernos da América do Sul e contribuirá de maneira significativa para o incremento das movimentações do porto de Santos”, diz o executivo.

  • Recorde - TCP atinge média de 86mph em junho

    O Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) bateu recorde de produtividade. Em junho, o terminal paranaense atendeu 61 navios e atingiu a média de 86 movimentos por hora (mph). No último dia 30 de junho, o terminal alcançou o recorde de 132 mph no navio MOL Genesis, da MOL Liner, um dos maiores armadores que atuam em Paranaguá.  A administração do terminal atribui o resultado aos investimentos em modernização e ampliação da capacidade do TCP, além da reestruturação operacional e da gestão, nos últimos dois anos.

  • Realidade virtual, qualificação real

    Demanda intensa amplia mercado para simuladores e centros de treinamento baseados no uso do equipamento

    No atual cenário nacional de falta de mão de obra qualificada na indústria naval e de petróleo e gás, os simuladores navais ganham importância cada vez maior. Esses equipamentos ajudam a capacitar operadores, técnicos e engenheiros em diversos tipos de operações portuárias e offshore, além de reduzirem os custos de treinamentos corporativos. Apesar de não haver informações detalhadas, estimativas do mercado apontam que não existem muitas unidades em operação no Brasil.

  • Prêmio - Painel da Wärtsilä vence Red Dot

    A Wärtsilä venceu o prêmio internacional Red Dot de design de produto. O prêmio é para o novo design do painel de controle de propulsão. A cerimônia de premiação ocorreu em Essen, na Alemanha, em 1º de Julho. “Este prémio de grande prestígio para o novo painel de controle de propulsão representa o reconhecimento valioso da qualidade, trabalho de design industrial inovador, que agrega valor ao negócio dos nossos clientes. A equipe do projeto conseguiu capturar a essência das necessidades do usuário final e os valores práticos, e combiná-los com os objetivos de negócio do projeto”, diz Arto Lehtinen, vice-presidente de propulsão da Wärtsilä Ship Power.

  • Precaução no financiamento

    Agenda do FMM exige mais planejamento e garantias dos armadores e estaleiros para obtenção de crédito

    Estaleiros e armadores estão se empenhando para entregar as garantias exigidas pelos bancos repassadores de financiamento. As incertezas sobre as datas das reuniões da principal fonte de crédito para o setor naval, o Fundo da Marinha Mercante (FMM), vêm exigindo planejamento de longo prazo às empresas. Para a advogada Juliana Tizzolato Furtado Senna, do escritório Kincaid Mendes Vianna, a primeira complicação é quando o estaleiro ou empresa de navegação interessada em usar os recursos do Fundo pede a prioridade. Isso porque o conselho diretor do FMM se reúne esporadicamente. Até o fechamento desta edição, o próximo encontro estava previsto para o dia 2 de agosto, quase um ano depois da última reunião, ocorrida em outubro de 2012.

     

  • Portonave - Recorde de movimentação

    O terminal portuário de Navegantes (SC) bateu recorde de movimentação de contêineres. Em junho, o terminal da Portonave movimentou 64.027 TEUs. No primeiro semestre de 2013, a empresa movimentou 333.296 TEUs, o que corresponde ao crescimento de 18,8% na comparação ao mesmo período de 2012.

  • Parcerias gringas

    Cenário promissor incentiva grupos estrangeiros a se firmarem como sócios ou parceiros de estaleiros nacionais

    Desde o ano passado, diversos grupos estrangeiros vieram para o Brasil para se firmar como sócios ou parceiros técnicos com estaleiros nacionais. Kawasaki Heavy Industries, Toyo Engineering Corporation, Fincantieri Oil & Gas e o Ishikawajima-Harima Heavy Industries (IHI) são algumas das empresas que chegaram. Para os agentes do setor, as empresas estrangeiras têm percebido o cenário promissor do mercado brasileiro de construção naval e offshore e, por isso, estão buscando oportunidades no país.

  • Parceria pela eficiência

    Participação de armadores em terminais portuários deve ganhar corpo com a nova lei dos portos

    Durante o processo de transformação da Medida Provisória 595 na Lei 12.815, a chamada Lei dos Portos, houve a tentativa de inserir uma limitação de 5% à participação societária entre armadores e terminais portuários. A proposta foi vetada pela presidente Dilma Rousseff mas trouxe à tona a questão da formação de sociedade entre esses dois tipos de atividade, que pode ganhar impulso com a possibilidade de criação de novos terminais portuários privados. Especialistas ouvidos pela Portos e Navios veem essas parcerias como positivas, mas somente se parte dos ganhos obtidos com produtividade forem revertidos para outros integrantes da cadeia produtiva, como empresas exportadoras e importadoras.

  • Parceria - GE Oil & Gas: projeto com INT

    A GE Oil & Gas assinou acordo de parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) por meio do programa da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). O contrato envolve o desenvolvimento de projeto de inovação no valor de R$ 650 mil. “Fazer parte desse projeto com o governo federal reforça dois dos objetivos estratégicos da GE: desenvolver produtos inovadores e investir em tecnologia criada no Brasil”, diz o presidente e CEO da GE Oil & Gas para a América Latina, João Geraldo Ferreira.

  • Offshore em ascensão

    Encomendas do setor incentivam a implantação de novos estaleiros especializados na construção de plataformas e navios-sonda


    A construção de plataformas de petróleo no Brasil contribuiu para a retomada do setor naval. Compradas no exterior na década de 90, as plataformas passaram a ser construídas no Brasil a partir de 2003. A P-51, primeira plataforma integralmente construída no país, saiu do estaleiro BrasFels, em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, com mais de 75% de conteúdo local. Desde então, a exigência de índice mínimo nacional passou a ser adotada em todas as licitações realizadas pela Petrobras, abrindo possibilidade de geração de emprego e renda.

  • Obra adiantada

    Grupo Bravante afreta OSRV 'Mar Limpo V' à Petrobras. Embarcação foi concluída um ano antes do previsto

    A Bravante entregou para a Petrobras, no último mês de julho, o Mar Limpo V, embarcação totalmente dedicada ao combate a derramamentos de óleo no mar produzida no Brasil. O contrato de afretamento tem duração de oito anos, com possibilidade de renovação para o mesmo período. A obra foi concluída um ano antes do previsto. Com investimentos da ordem de R$ 71 milhões, o Mar Limpo V é o primeiro de uma frota de 13 navios referentes ao plano de expansão da empresa que será finalizado até 2014, o que dará qualidade, agilidade e segurança às operações de vazamentos tanto nas áreas do pós como nas do pré-sal.

  • Novo trajeto

    Rota ao polo naval do Amazonas sofre alterações em razão de reclamações do Exército. Inauguração passa para 2015

    A implantação do polo naval do Amazonas, que será instalado na região do Puraquequara, começou efetivamente no ano passado, com a realização dos estudos de georreferenciamento, o EIA-Rima (estudo e relatório de impacto ambiental) e o Masterplan, que indica as necessidades para o desenvolvimento do projeto. Uma mudança no trajeto do acesso ao polo, no entanto, fez com que o projeto sofresse atraso. A inauguração do polo, que inicialmente estava prevista para 2014, passou para 2015.

  • Novo ‘software’

    A Aveva lança novos produtos e anuncia melhorias em sua linha de softwares para detalhamento de aço estrutural, o Aveva Bocad. Os novos produtos irão melhorar a capacidade de detalhamento estrutural, permitindo uma maior automação e padronização dos projetos. Juntos, possibilitarão que tomadas de decisão sejam mais efetivas aumentando a transparência dos projetos. Com esses novos recursos, oferecem aos projetos potenciais uma economia de custo e tempo de até 30% a 40%.

  • Log-In - Armador amplia capacidade

    A Log-In Logística Intermodal celebra o afretamento do navio Angol, com capacidade nominal de 2,8 mil TEUs e construído em 2010. A embarcação ingressará no Serviço Atlântico Sul, substituindo o Log-In Pantanal (1,7 mil TEUs), que será deslocado para o Serviço Costa Norte. Este movimento permitirá à empresa reavaliar os resultados do Costa Norte, com o intuito de acrescentar capacidade “de e para” Manaus, no estado do Amazonas. Com a chegada do novo navio, a capacidade nominal total dos serviços de movimentação de contêineres da Log-In atingirá 16,7 mil TEUs neste terceiro trimestre.

  • Licença em mãos - Ibama libera BPT para operar

    O Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu, em julho, a licença de operação para a Brasil Terminal Portuário (BTP). O documento, com vigência de seis anos, permite à empresa operar o seu terminal multiuso na região da Alemoa, à margem direita do porto organizado de Santos. A BTP informa que o terminal inicia suas atividades de forma parcial, na medida em que ainda é aguardada a conclusão dos serviços de dragagem de aprofundamento do canal de navegação e do acesso ao terminal.

  • Klüber

    A Klüber Lubrication, especializada em soluções com lubrificantes especiais, anuncia a formatação de uma nova estrutura de marketing para a América do Sul, onde possui unidades industriais no Brasil (Alphaville, Barueri, SP), Argentina e Chile.

  • Isover

     

    A Isover participa com stand próprio pela primeira vez da Navalshore. Durante o evento, a empresa do grupo Saint-Gobain apresenta com exclusividade o isolante Ultimate, nova solução da Isover para construções de aço, alumínio e compostas, que atende prontamente ao requisito de proteção contra incêndio classe A60.

  • Inauguração - Pesa inaugura filial em Itajaí

    A Pesa S/A, revendedor Caterpillar para o Sul do Brasil, acaba de inaugurar sua nova filial em Itajaí. Localizada em região estratégica, graças à proximidade com os principais estaleiros da região Sul (Navship, Keppel, Oceana, Intecnial, Detroit e Zemar), a nova filial viabilizará o aumento da capacidade no suporte aos mercados Marítimo e Offshore. E não só para a prestação de serviço como para a distribuição de peças aos clientes e armadores que possuem motores Caterpillar e operam na região.

  • Impasse ambiental

    MP acompanha negociações entre associações e ICMBio sobre unidade de conservação na Baía da Babitonga

    Sindicatos e associações de nove municípios catarinenses tentam impedir na justiça a criação de uma Unidade de Conservação da Baía da Babitonga. Eles alegam que o projeto prejudicaria as atividades econômicas na região e os portos de São Francisco do Sul e de Itapoá. Em abril, a justiça federal concedeu liminar aos empreendedores da região, suspendendo o projeto enquanto não fossem feitos os estudos adequados. Marisa Dietrich, do escritório Dietrich Advocacia Ambiental, conta que a sociedade e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) estão próximos de um acordo sobre o tema.

  • IFS Applications

    A IFS apresenta o IFS Applications, versão 8, para projetos grandes e complexos. O sistema possui capacidade de minimizar os riscos e suportar todas as áreas envolvidas no processo.

  • Guindaste portuário

    A Terex Port Solutions (TPS) anuncia a chegada do guindaste portuário Terex Gottwald modelo 5. O guindaste eletrodiesel oferece uma capacidade máxima de elevação de 125 toneladas em conjunto uma impressionante curva de capacidade de elevação, um alcance de até 51 metros e velocidades de içamento de até 120 metros/minuto. O Modelo 5 preenche a lacuna entre os modelos 4 e 6, ao mesmo tempo que completa a família de guindastes de porte médio da TPS. O novo equipamento estará disponível como guindaste móvel para portos, guindaste pórtico sobre trilhos e modelos de guindastes flutuantes sobre barcaça.

  • Gargalo persistente

    Aumenta o número de empregos nos estaleiros, mas mão de obra ainda é um dos principais desafios do setor

    Dados mais recentes divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Construção Naval e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) apontam um aumento de cerca de nove mil empregos em estaleiros no primeiro trimestre do ano se comparado com os 62 mil registrados no final do ano passado. Os empregos gerados nos estaleiros atualmente somam 70.921 pessoas. O Sudeste lidera o ranking, com 42,44% do total, seguido pela Região Sul, com 31,77%, pela Região Norte com 14,46% e pelo Nordeste com 11,43%. Se aumenta o contingente trabalhando nas obras, a falta de mão de obra ainda é um dos principais desafios do setor. Mas como minimizar esse gargalo?

     

  • Estratégia carioca

    Egressa do mercado financeiro, estreante no mercado offshore quer empresa de excelência com barcos de padrão internacional a custos e preços competitivos. Foco está na gestão

    Existe algo de muito novo no cenário do mercado de apoio offshore brasileiro. E se engana quem pensa que a novidade vem das gélidas águas do Mar do Norte. Não, a Asgaard Navegação é 100% carioca e o nome é apenas uma irreverência,  uma brincadeira de sua criadora, a advogada carioca Patrícia Coelho. “Quando eu comecei com a empresa, diziam que era coisa de viking, de norueguês”, brinca ela. 

  • Equipamento - EEP contrata guindaste com lança

    O EEP (Estaleiro Enseada do Paraguaçu) acaba de contratar guindaste de lança sobre trilhos com capacidade de elevação de 70 toneladas, alcance de 48 metros e altura de içamento de 55 metros. O equipamento, dotado de tecnologia de ponta, atende a fase de acabamento das embarcações no dique seco e no cais e foi adquirido da empresa mundial Konecranes Finland Corporate, instalada na Finlândia.

  • Endereço definitivo

    Investimento de R$ 1,4 bilhão, Eisa Alagoas recebe licença ambiental e pode iniciar obras para operar em 18 meses

    O estaleiro Eisa Alagoas pode finalmente iniciar as obras. O presidente do Ibama, Volney Zanardi Júnior, assinou em 15 de julho a Licença Prévia para o estaleiro ser construído no município de Coruripe, em Alagoas. O cronograma prevê a entrada em operação após 18 meses e conclusão das obras em 36 meses. A nova localização proposta para o estaleiro e aprovada pelo Ibama exercerá menor impacto urbano e causará menores alterações na paisagem. Também o volume a ser dragado foi reduzido de 3,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos para 770 mil metros cúbicos.

  • Em busca de excelência

    Naproservice consolida crescimento após investimentos em equipamentos, treinamento e ampliação das instalações

    Com 26 anos de existência, a niteroiense Naproservice orgulha-se da posição que conquistou no mercado da indústria naval brasileira. Fundada em junho de 1988, durante a maior parte de sua história a companhia focou na atividade de assistência técnica, manutenção e reparo de propulsores navais, mas, nos últimos anos, vem expandindo a área de atuação para outros equipamentos marítimos e novos setores, como o gerenciamento de docagem de embarcações e plataformas. Com a conquista de uma posição confortável no mercado, a empresa quer hoje consolidar a atuação nesses segmentos onde já opera.

  • Easytec

    A Easytec, especializada em projetos e fabricação de gabaritos e dispositivos para automação industrial nas áreas de usinagem, soldagem, linhas de montagem e movimentação e armazenagem de materiais, lançou ao mercado um trocador de baterias tracionárias totalmente automatizado. Denominado Joy, seu objetivo é facilitar a troca desses equipamentos de forma segura e eficaz.

  • Década proveitosa

    Sérgio Machado, presidente da Transpetro. Empresa é patrocinadora desde a primeira edição

    Navalshore comemora 10º ano com indústria naval aquecida. Feira vai receber este ano empresários de 40 países

    A décima edição da Navalshore - Marintec South America - Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore 2013, de 13 a 15 de agosto, no Centro de Exposições SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ), será realizada em um momento muito favorável para o setor. Aquecida, a indústria naval brasileira acaba de receber R$ 41 milhões em investimentos para novas tecnologias e equipamentos. Os recursos, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, visam aumentar o índice de nacionalização das embarcações produzidas no Brasil e a capacidade de geração de empregos — setor que no primeiro trimestre de 2013 já cresceu 14,33%, segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval).

  • Cummins Marine - Ações no pós-venda são ampliadas

    A demanda crescente da indústria naval e o aumento da participação da Cummins Brasil no mercado offshore têm feito a fabricante independente de motores diesel e seu distribuidor Cummins Vendas e Serviços (CVSMG), localizado no Rio de Janeiro (RJ), investirem fortemente na capacidade de servir e atender ao segmento. Melhorias nas instalações do Rio de Janeiro e Macaé, aquisições de equipamentos, ferramentas especiais e a contratação de mais 21 técnicos especializados estão em andamento, representando crescimento de quase 50% no quadro de funcionários. Os profissionais irão atuar exclusivamente no Rio de Janeiro (RJ) e em Macaé (RJ) e o objetivo é agilizar o atendimento aos estaleiros e às embarcações que levam os produtos Cummins e atender aos requisitos de conteúdo local.

  • Crédito - CEF alcança R$ 1,66 bilhão no Progredir

    A Caixa Econômica Federal alcançou, no último mês de julho, a marca de R$ 1,66 bilhão em financiamentos contratados para o setor de petróleo e gás dentro do Progredir. O valor total contratado no programa já ultrapassou a marca de R$ 6,6 bilhões e a Caixa foi responsável pela contratação de 290 operações de crédito a fornecedores diretos e indiretos da Petrobras.

  • Conteúdo local garantido

    Apesar de as primeiras sondas começarem a ser feitas no exterior, Sete Brasil garante cumprimento de índice nacional

    Com 28 sondas contratadas e que serão afretadas à Petrobras, a Sete Brasil tem acompanhado de perto o andamento das obras dessas unidades. Os estaleiros Atlântico Sul (PE), Enseada do Paraguaçu (BA), Rio Grande (RS), Jurong (ES) e Brasfels (RJ) serão os responsáveis pela entrega das plataformas. Estes dois últimos estão com as obras mais adiantadas. Para evitar risco e não atrasar o cronograma, as partes mais complexas das primeiras sondas começaram a ser feitas no exterior. Mas de acordo com o presidente da Sete Brasil, João Carlos Ferraz, o conteúdo local das sondas está garantido.

  • Cidade do petróleo

    ES terá base logística e estaleiro dedicados ao ‘offshore’ em 2015. Investimento, denominado Petrocity, será de R$ 1 bilhão

    O município de São Mateus, no norte estado do Espírito Santo, ganhará uma base logística de R$ 1 bilhão, a ser instalada em terreno de 1,5 milhão de metros quadrados. A base dará suporte as operações offshore de petróleo e gás. O projeto tem como empreendedores a Thinet, da Arábia Saudita, responsável pela implantação e construção do projeto; a Arcadia, da Romênia, que fará o projeto básico executivo; e a PetroCity, brasileira, responsável por consultoria e captação de parcerias. O primeiro passo foi a assinatura de um protocolo de intenções entre os empresários e o governador Renato Casagrande, junto com o secretário de Estado de Desenvolvimento, Nery De Rossi, em 15 de julho. O financiamento será feito através de instituições financeiras, com apresentação de garantia real. As garantias já foram apresentadas ao agente financeiro. O terminal está localizado na área de influência da Sudene, o que facilita muito o trâmite.

  • Cascade

    A Cascade, especializada em garfos e acessórios para empilhadeiras, vendeu, no último mês de junho, 35 posicionadores duplos de garfos (PDGs) e dois selecionadores de camadas (layer picker) para a Koandina.

  • Canal na Nicarágua - Empresa chinesa inicia estudos de viabilidade

    O diretor da empresa de Hong Kong HK Nicaragua Canal Development Investment Co, Wang Jing, anuncia para 2014 o início da construção do canal da Nicarágua. As obras vão durar seis anos. O canal terá profundidade de 27,6 metros, largura de 520 metros e atravessará o lago Nicarágua. O canal ligará o Atlântico ao Pacífico.
    O projeto, orçado em U$ 40 bilhões, terá 286 quilômetros de extensão, três vezes mais que o do Panamá, e poderá receber navios de 400 tpb. “O comércio mundial tem se desenvolvido tanto que o mundo precisa de um novo canal, além do que já existe no Panamá por mais de um século”, disse Wang.

  • Atestado de boa saúde

    Quatro plataformas no Brasil passam por avaliação para recertificação e extensão da vida útil

    Com o limite da vida de muitas plataformas de petróleo e gás em operação no Brasil se aproximando do fim, as empresas proprietárias começam a se movimentar para decidir o que vão fazer com essas unidades no futuro próximo. Além da aposentadoria, pode-se optar também pela extensão de vida dessas unidades, através do processo de recertificação feito por empresas autorizadas que já trabalham com certificação de empresas do setor de óleo e gás, como o American Bureau of Shipping (ABS). Esse procedimento se encontra presente em pelo menos quatro plataformas em operação no país.

  • Aposta para retomada

    Porto Sul recebe autorização e Bahia lançará edital para atrair investimentos privados para o porto público

    A Bahia corre atrás do prejuízo para ganhar lugar de destaque entre os principais estados brasileiros com atividade portuária. O projeto do Porto Sul, a ser construído no município de Ilhéus, é a esperança do governo local para alavancar a movimentação de granéis sólidos e retomar o embarque de algumas cargas produzidas na região que migraram para outros estados. Em junho, o governo estadual assinou o contrato de concessão de uma área para o terminal de uso privativo da Bahia Mineração (Bamin) — primeira empresa privada a ser implantada no complexo.

  • Antaq - Movimentação nos portos cai 0,5%

    A movimentação de carga nas instalações portuárias brasileiras caiu 0,5% no primeiro trimestre de 2013. Nos três primeiros meses do ano, portos públicos e terminais privados movimentaram 204,7 milhões de toneladas, contra 205,7 milhões em igual período de 2012, de acordo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

  • Aliança - Novo navio para a cabotagem

    O novo porta-contêineres que faz parte do programa de renovação da frota da Aliança Navegação e Logística já chegou ao Brasil e atracou no porto de Manaus em julho. Batizado de Pedro Álvares Cabral, o navio é o segundo de uma série de quatro embarcações idênticas com capacidade nominal de 3,8 mil TEUs e 500 tomadas para contêineres refrigerados.

  • A carga pede voz

    Usuários de portos em Santa Catarina se organizam contra altos custos e tarifas abusivas

    Sem uma representação nacional, os usuários de portos começam a despertar para a necessidade de se organizarem para defender seus interesses, na esteira do novo marco legal do setor. Com apenas uma representatividade estadual na Bahia, será lançada nos próximos meses a segunda entidade regional, em Santa Catarina. O objetivo do grupo organizador é estimular a união dos usuários em outros estados e a criação de uma associação a nível nacional para discutir os principais pleitos dos usuários de portos junto à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e ao governo federal. Já foram iniciados contatos para articular novas entidades nos estados do Pará, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo e Paraná.