AdvertisementAGI Brasil
  • Wipro - Fabricante busca liderança em óleo e gás

    De olho no mercado de óleo & gás, em especial nas demandas que deverão ocorrer em função do pré-sal, a Wipro RKM, unidade brasileira da Wipro Engineering Infrastructure, maior fabricante de cilindros hidráulicos do mundo, vai investir no desenvolvimento para produção dos atuadores hidráulicos utilizados nas árvores de natal.

  • Wärtsilä - Contrato de geração para PLVs

    A Wärtsilä fechou contrato com a Petrobras para fornecer soluções integradas de energia para seis navios lançadores de linha PLV (Pipe Laying Vessel) que estão sendo construídos para operação em águas brasileiras.

  • V&M - Nova fábrica em Rio das Ostras

    A Vallourec & Mannesmann inaugurou em julho sua fábrica de acessórios em Rio das Ostras, no norte fluminense. Com área de dois mil metros quadrados e 40 novos empregados, a unidade produzirá acessórios para o segmento offshore. A V & M do Brasil investiu R$ 22 milhões na fábrica, que executará atividades de inspeção, fabricação e reparo de tubos e acessórios para a exploração de petróleo.

  • Transparência - Antaq lança sua Carta de Serviços

    A Antaq lançou no final de junho a sua Carta de Serviços. O evento foi presidido pelo diretor-geral em exercício da Agência, Tiago Lima. O documento, que foi aprovado pela Diretoria da autarquia no último dia 14, é um instrumento de transparência instituído por meio do Decreto nº 6.932, de 11 de agosto de 2009.

  • Tapmatic

    A Tapmatic, especialista na fabricação de soluções químicas para usinagem e manutenção industrial, aposta em protetivos de alta tecnologia para o mercado offshore.

  • Suporte offshore - Sotreq anuncia nova filial em Macaé

    A Sotreq, revendedora brasileira de máquinas, motores e equipamentos Caterpillar, abrirá uma nova filial em Macaé, no Rio de Janeiro. Programada para operar a partir de junho de 2013, a unidade será instalada em um terreno de 25 mil metros quadrados localizado nas proximidades do Terminal de Cabiúnas da Petrobras (Tecab).

  • STX Promar - Contratação de 500 pessoas em setembro

    O estaleiro da STX Promar inicia em setembro a contratação de 500 pessoas para trabalhar no estaleiro em construção na Ilha de Tatuoca, no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. Quando estiver no pico produtivo, o estaleiro terá 1,5 mil trabalhadores.

  • Steerprop - Macnor representará fabricante finlandês

    A Macnor Marine fechou representação comercial com a Steerprop Ltd. para todo o território nacional. Tradicional fabricante finlandesa de propulsores azimutais para a indústria naval global, a Steerprop tem produtos que se caracterizam pela robustez, economia e longa vida útil.

  • SKF Marine - Divisão da empresa sueca chega ao Brasil

    A SKF do Brasil está ampliando seu portfolio de negócios no país com a chegada da SKF Marine Industry Service Centre. A divisão, especializada em produtos e serviços para o segmento naval e faturamento global de R$ 150 milhões, aporta por aqui com a missão de ampliar as receitas mundiais da companhia sueca no setor. A estratégia contempla novos negócios com os players do segmento e faturamento anual de R$ 15 milhões no Brasil a partir de 2015.

  • Sistema portuário para água de lastro

    Coppe/UFRJ estuda viabilidade técnica de alternativa aos sistemas de purificação individuais dos navios previstos pela IMO

    O Laboratório de Ensaios Dinâmicos e Análise de Vibração, Engenharia Naval e Oceânica (LEDAV) da Coppe/UFRJ está concluindo uma pesquisa sobre a viabilidade técnica de um sistema portuário para o tratamento de água de lastro. O objetivo dos estudos, desenvolvidos no porto de Pecém (CE), é criar uma alternativa à necessidade de instalação de sistemas de purificação nos navios. O projeto pretende adequar a operação dos navios às regulamentações estabelecidas pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês), que visam diminuir o risco que a água de lastro representa para a biota marinha. Pelo sistema, a água de lastro suja retirada do navio é purificada e armazenada para abastecimento de outros navios já que o aparato fará a recirculação das águas entre os próprios navios.

    O professor Luiz Vaz, coordenador do projeto, explica que a solução exige um sistema que retire a água de lastro do navio e mande o material para um reservatório de água suja, além de um sistema de purificação, que passa água já purificada para um outro reservatório de mesmo volume. “O navio chegaria ao porto, descarregaria sua água contaminada, e receberia uma água já tratada. Isso com um sistema externo a ele, sem a necessidade de instalação de um equipamento na praça de máquinas. O navio usaria isso como um serviço do porto”, adianta Vaz.

    Segundo o professor, os pesquisadores traçaram valores de referência de acordo com a movimentação de navios no porto de Pecém. “Com o volume de lastro que é movimentado em Pecém durante um mês, traçamos um valor de referência que deu uma ideia do total de água de lastro que deveria potencialmente ser purificado naquelas condições. Com isso, calculamos o volume de um tanque”, detalha Vaz. Nesse modelo, o porto faria um investimento para ter esse sistema disponível para as embarcações. Dessa forma, provavelmente, a administração do porto cobraria algum tipo de tarifa às embarcações para custear a operação e a manutenção do sistema.

    A Convenção Internacional para o Controle e Gestão de Águas de Lastro e Sedimentos de Navios foi adotada em uma conferência da IMO em Londres, em fevereiro de 2004. O objetivo da convenção é estabelecer um controle severo sobre a água de lastro transportada pelos navios, de modo a prevenir, minimizar ou até mesmo eliminar a transferência de organismos aquáticos nocivos ao ambiente. Para isso, é necessária a elaboração de planos de gerenciamento de lastro para cada navio, garantindo que a prática desse gerenciamento não cause maiores danos ao ambiente ou à saúde humana.

    O Congresso brasileiro já aprovou as regras da convenção e o Brasil apresentou carta de ratificação à IMO. No entanto, a promulgação da lei no Brasil depende de a convenção entrar em vigor a nível internacional. Para isso, é necessária a ratificação de 30 países, representando 35% da arqueação bruta da frota mercante mundial (ABM). No momento, esse percentual ainda está próximo de 28%. “Na hora que um país com registro aberto entrar na convenção satisfará facilmente esse percentual de 35%”, explica o coordenador do Comitê de Proteção do Meio Ambiente Marinho da Secretaria-executiva da Comissão Coordenadora dos Assuntos da IMO (SEC-IMO), comandante José Hélio Leal Macedo.

    A grande meta dessa convenção é a instalação de sistemas de gerenciamento da água de lastro nos navios. Macedo lembra que a convenção prevê que devem ser atingidas determinadas diretrizes sobre o desempenho da água de lastro que ainda estão em aberto. As diretrizes incluem tecnologia empregada e índices a serem atingidos.

    Macedo acredita que os armadores não instalam esse sistema a bordo do navio porque ainda não existe obrigatoriedade. Ele acrescenta que os sistemas são de custo elevado, da ordem de milhões de dólares. “Esses sistemas atendem a determinadas exigências, mas como não existe uma certeza de qual será a exigência final, ninguém os instala”, afirma Macedo.

    Vaz, da Coppe/UFRJ, garante que o sistema portuário de água de lastro será uma alternativa interessante para a logística dos navios e atende à regulamentação com custo menor do que seria necessário para instalação de um equipamento numa praça de máquinas. Em contrapartida, ele diz que a adoção do sistema pelos portos pode representar queda nas vendas de equipamentos para as embarcações. “Para o fabricante do equipamento não é uma boa notícia porque ele deve passar a vender menos”, analisa Vaz.

    O coordenador da pesquisa em Pecém diz que o sistema em estudo já apresenta basicamente qual seria o tamanho da rede, a potência das bombas, o tamanho do reservatório e o sistema de purificação que foi escolhido. Vaz conta que esses cálculos estão definidos e que, futuramente, os pesquisadores devem realizar uma avaliação econômica. O projeto tem o apoio da empresa Foco e foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Vaz relata que o orçamento do projeto foi da ordem de R$ 90 mil e que a continuidade dos estudos precisará de um novo financiamento.

    — A viabilidade técnica está garantida. Existe uma grande chance de a viabilidade econômica também estar assegurada. Podemos evoluir e também fazer uma análise econômica — revela Vaz. Outro trabalho correndo em paralelo foi analisar o sistema a bordo do navio, em que foram julgados critérios como o peso e o volume que ele adiciona e o custo inicial aproximado; a potência requerida; a perda de carga; custos adicionais (inicial e operacional); e impactos no arranjo da praça de máquinas.

    Uma das dificuldades nesse tipo de sistema é instalar a tubulação. Segundo Vaz, se o sistema exigir uma vazão muito grande, é possível que o diâmetro de tubulação fique incompatível com o tamanho do píer ou que o porto precise disponibilizar mais espaço físico para instalação. Ele cita a saída da caixa de mar até a entrada na tubulação que conduzirá a água até o reservatório. “É preciso saber onde o navio encosta, fazer a conexão até o local onde os reservatórios serão instalados”, analisa Vaz.

    De acordo com o professor, o local de instalação do sistema depende das características físicas do porto. Em geral, a distancia deve ser razoável já que a tubulação corre paralela ao píer. Vaz acrescenta que geralmente os portos possuem áreas livres suficientes para essa necessidade.

    Os reservatórios desse sistema terão formatos cilíndricos semelhantes aos reservatórios em terminais de óleo e de carga, além de bombas de grande porte. O tempo de implementação dependerá do porto.

    Macedo, da SEC-IMO, destaca que o Brasil se interessou em aderir à convenção rapidamente, dentre outros motivos, pela característica de grande importador de água de lastro. Os países que não assinam a convenção esperam uma definição mais clara das diretrizes. Enquanto não é possível exigir dos navios o sistema de gerenciamento, a autoridade marítima determina que as embarcações troquem a água de lastro antes de entrar em nossas águas.

    A IMO publicou suas “Diretrizes para o Controle e Gestão de Águas de Lastro de Navios para Minimizar a Transferência de Organismos Aquáticos Nocivos e Patógenos”, por meio de resolução. As regras incluem a redução da entrada de organismos durante operações de tomada de água de lastro, evitando áreas portuárias onde existam populações de organismos nocivos, assim como águas rasas e escuridão, quando muitos organismos de fundo sobem à superfície.

    Também faz parte do pacote de ações evitar descargas desnecessárias de águas de lastro e retirar regularmente dos tanques de lastro a lama e os sedimentos acumulados neles devido ao risco de conterem organismos nocivos. As diretrizes também incluem a troca da água de lastro em águas oceânicas, já que espécies costeiras ou portuárias dificilmente sobrevivem em mar aberto, pois suas condições ambientais são diferentes das regiões perto da costa.

    A convenção sugere ainda que a gestão da água de lastro por meio da troca oceânica seja aceita até a data limite de 2014 ou 2016, dependendo do ano de construção e capacidade de lastro. Após essa data, a totalidade das frotas deve atender ao padrão proposto na Convenção, que determina: menos de 10 organismos viáveis por metro cúbico de água de lastro, com tamanho igual ou superior a 50 micrômetros, em sua menor dimensão e menos de 10 organismos viáveis por mililitro de água de lastro, com tamanho entre 10 e 50 micrômetros, em sua menor dimensão.

    Até a convenção entrar em vigor, cada navio deve manter suas anotações das operações com lastro em diários de bordo e a apresentação, em todos os portos de escala, de um relatório de informações sobre água de lastro existente a bordo. Países como Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Israel, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos têm realizado ações para restringir a dispersão de organismos aquáticos nocivos na água de lastro de navios. A maioria deles implementou também requisitos à gestão da água de lastro dentro de suas jurisdições.

    Macedo diz que os prazos de implementação dos sistemas de gerenciamento de água de lastro já venceram, mas não podem ser prorrogados antes de a convenção de 2004 entrar em vigor. “Na hora que a convenção entrar em vigor, a indústria em si não terá como atender prontamente a instalação de ‘xis’ equipamentos a ser instalada em ‘xis’ navios naquele determinado período”, alerta Macedo.

    Ele observa que pode haver uma demanda de equipamentos e de estaleiros para fazer a instalação. De acordo com Macedo, quando a convenção for aprovada será preciso rediscutir os prazos, fazendo uma emenda na convenção para alterá-los. Macedo diz ainda que os sistemas de monitoramento estão sendo implementados em alguns países. No entanto, o índice de embarcações com sistema instalado ainda está muito abaixo do

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  • Simulação - Rio Grande realiza treinamento de vazamento de óleo

    O porto do Rio Grande realizou com sucesso o 2º Simulado do Plano de Emergência Individual (PEI), no Porto Novo. O simulado de acidentes ambientais incluiu um vazamento químico em terra e outro de óleo na água.

  • Resíduos portuários

     

     

    Programa da SEP em parceria com a Coppe/UFRJ e instituições de pesquisa têm a participação de 21 portos

    A gestão de resíduos portuários deverá receber mais destaque a partir de agora. O projeto “Conformidade Gerencial de Resíduos Sólidos e Efluentes dos Portos” identificará resíduos, efluentes e fauna sinantrópica nociva em 22 portos brasileiros. Um total de 21 portos brasileiros já participam do programa desenvolvido pela Secretaria de Portos (SEP), Coppe/UFRJ e outras 17 instituições de pesquisa de todo o Brasil. São Sebastião (SP) será o próximo porto a ser monitorado.

     

     

  • Representação - Vicel firma parceria internacional

    O Grupo Vicel é o mais novo representante no mercado de óleo e gás do Brasil da EVTN - Enviro Voraxial Technology, Inc. A companhia brasileira, com sede na Zona de Negócios de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, está comercializando o equipamento Voraxial 2000/4000/4800.

  • Recorde - Tecondi alcança 51/mph

    O Complexo Tecondi bateu recorde em junho ao atingir a marca de 51 movimentos de contêineres por hora (mph). A empresa destaca que a produtividade foi superada apesar das manifestações ligadas ao movimento grevista dos trabalhadores portuários avulsos (TPAs) registradas nesse período.

  • RBNA completa 30 anos

    Empresa consolida-se como principal classificadora brasileira e busca ampliar credibilidade a nível internacional

    O Registro Brasileiro de Navios e Aeronaves (RBNA) completa três décadas de desafios em que se consolidou como principal classificadora nacional para indústria naval. Fundado em 4 de agosto de 1982, o RBNA foi criado numa época em que se discutia muito a necessidade de ter uma classificadora naval brasileira em meio a uma área dominada por empresas estrangeiras de mais de 100 anos de existência.

  • Raytheon - Fabricante tem subsidiária no Brasil

    A Raytheon Anschuetz, fabricante alemã de sistemas de navegacão, anunciou a abertura e estabelecimento da sua nova subsidiária - Raytheon Anschuetz do Brasil Sistemas Marítimos Ltda. Com a nova empresa, a Raytheon Anschuetz estará expandindo sua atividade na área de vendas e serviços na América do Sul. A companhia iniciou suas operações a partir de julho de 2012.

  • R$ 1,02 bilhão em projetos

    CDFMM aprova novas prioridades e altera outros aprovados na reunião de novembro do ano passado

    O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante aprovou prioridades de financiamento a 22 projetos de embarcações e estaleiros em reunião realizada no último dia 6 de julho. No total, os empreendimentos de 14 empresas totalizam R$ 1,02 bilhão. No encontro também foram alterados projetos que haviam sido aprovados na reunião de novembro do ano passado.
  • Pulso firme para definir regras

     

     

    Cenário de encomendas é positivo, mas setor ainda carece de núcleo do governo que concentre questões do setor

     

    O plano de investimentos da Petrobras 2012-2016, apresentado no final do mês de junho, revisou para baixo as metas de produção de petróleo. Enquanto o documento anterior havia estabelecido uma produção diária de 3,1 milhões de barris em 2016, o plano atual prevê uma meta de 2,5 milhões de barris por dia. Para 2020, a meta nacional de produção diária diminuiu de 4,9 milhões de barris por dia para 4,2 milhões de barris diários.

  • Projeto iniciado

     

     

    Submarino nuclear tem seu ponto zero em cerimônia realizada no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo

    O Projeto do Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro teve seu início oficializado em cerimônia no dia 6 de julho no auditório principal do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

     

  • Programas começam a avançar

     

     

    Transpetro recebeu quarto navio do Promef no último mês de julho. Primeiro navio do EBN tem entrega prevista para outubro

     

    A Transpetro recebeu no último dia 9 de julho o navio de produtos Sérgio Buarque de Holanda. Essa é a terceira embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a iniciar as operações. Com 183 metros de comprimento e capacidade para o transporte de 56 milhões de litros de combustíveis, o Sérgio Buarque de Holanda é o 200º navio construído pelo estaleiro Mauá.

  • Profrota - Programa será mais atrativo para armadores

    O programa Profrota Pesqueira, que financia a construção de barcos pesqueiros, terá maior flexibilidade para permitir que um maior número de armadores use o benefício. A mudança foi incluída na medida provisória 564 pelo relator, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), por solicitação do governo. 

  • Primeira obra tem início

    Conversão do primeiro VLCC no estaleiro Inhaúma deve ser iniciada em agosto. Casco dará origem à P-74

    A Petrobras, junto ao consórcio formado pelas construtoras Norberto Odebrecht, OAS e UTC Engenharia, está a ponto de iniciar as obras para conversão dos quatro navios do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier) nas quatro plataformas que serão destinadas às áreas da Cessão Onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos. A primeira unidade dessa série será a plataforma P-74, cujo navio já está ancorado no porto do Rio de Janeiro

  • Prêmio - Grupo TPC tem reconhecimento da Ford

    O Grupo TPC foi premiado pela Ford América do Sul como o melhor fornecedor na categoria Transportes. A 11ª edição do Prêmio Top Supplier Awards faz parte do encontro anual da montadora com seus fornecedores, ocasião em que se reconhece as melhores performances nos quesitos de custo, qualidade, entrega e relacionamento comercial na América do Sul (Brasil, Venezuela e Argentina) ao longo do ano anterior.

  • Porto sem Papel - Recife e Suape integram sistema

    Os portos de Recife e Suape iniciaram em julho a operação do Porto sem Papel. Um encontro realizado com agentes portuários e representantes dos órgãos envolvidos fez o último teste do sistema de desburocratização dos portos antes da implantação definitiva do projeto.

  • Peso pesado nos rios

    Contrato de longo prazo com Vale e outros para transporte de soja colocam a novata Hidrovias do Brasil como a principal contratante do setor fluvial. Grupo também terá braço ‘offshore’ e estaleiro

    A Hidrovias do Brasil fechou com a Vale contrato para transporte de 3,25 milhões de toneladas de minério anualmente por um período de 25 anos. Para tanto, o armador investirá US$ 400 milhões.
  • P-59 - Plataforma recebe batismo

    A Petrobras batizou, em seu canteiro São Roque do Paraguaçu, em Maragogipe (BA), a plataforma P-59. A P-59 é uma plataforma de perfuração autoelevatória e será alocada primeiramente no poço exploratório Peroá Profundo, localizado no campo de Peroá, na costa do Espírito Santo. A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, destacou na solenidade, realizada no dia 13 de julho, a tecnologia da unidade e a capacidade da Companhia e da indústria nacional.

  • Oportunidades para inovação

    IPT mostra em ‘workshop’ as competências do novo núcleo de bionanomanufatura. Segmento de petróleo será beneficiado

     

    Um grupo de 150 pesquisadores e empresários esteve reunido em 16 de julho no novo núcleo de bionanomanufatura do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para conhecer as competências nas áreas de biotecnologia, nanotecnologia, microtecnologia e metrologia de ultraprecisão.

  • Novas unidades

     

     

    Aumento do número de encomendas mostra que setor continua em expansão. Até 2014 novos estaleiros chegarão para competir pelo mercado

     

    O cenário da construção naval brasileira mostra que o setor continua em expansão. Documento elaborado pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) no mês de maio, referente ao primeiro trimestre do ano, apontam que a carteira de encomendas dos estaleiros aumentou para 386 obras em andamento em comparação com 312 no final do ano passado.

  • Norma - Antaq altera outorga para navegação

    A Antaq alterou a norma para outorga de autorização à pessoa jurídica que pretenda operar nas navegações de longo curso, cabotagem, apoio marítimo e apoio portuário. A Resolução nº 2.510 - Antaq com as alterações foi publicada no Diário Oficial da União de 20/06/12, Seção I. A norma foi concluída após um amplo debate em que a Antaq ouviu empresas do setor, órgãos do governo e usuários.

  • Na lanterna por pouco tempo

     

    Seguro à construção naval é aposta de seguradoras pelos próximos anos. Cascos marítimos ainda têm baixa arrecadação

    Na lanterna no ranking da arrecadação de prêmios de seguros gerais (menos de 1% do volume total), o ramo cascos marítimos desponta como o mais novo filão do setor, mais especificamente o segmento de construção naval.  Resgatada pela demanda de inúmeros projetos da área de petróleo e gás, a indústria naval brasileira vive hoje um ciclo de desenvolvimento igual ou superior ao dos anos 70, quando figurava na segunda posição mundial em número de encomendas.

  • MTU expande fábrica de São Paulo

    Com investimento de R$ 18 milhões, companhia amplia instalações visando aumentar conteúdo local de seus equipamentos

    A MTU do Brasil, fabricante de motores diesel e grupos geradores para propulsão marítima e geração de bordo, espera concluir no próximo mês de dezembro a expansão em 60% de sua fábrica, localizada em São Paulo. Com as obras iniciadas no ano passado, as instalações que serão utilizadas para comportar produtos de grande porte já estão prontas. Falta agora apenas a instalação de dois novos bancos de prova adquiridos pela companhia.
  • Motores - Wärtsilä e Nuclebrás confirmam associação

    A Wärtsilä e a Nuclep reiteram entendimentos para a formação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com o objetivo de montar e futuramente fabricar motores marítimos em Itaguaí (RJ). A negociação teve início em 2006 e agora as empresas estimam em 20 milhões de euros os investimentos necessários à implantação da planta.

  • Melhorias em rebocadores

    Wilson, Sons atende à reivindicação do CAP de Imbituba e informa que frota está evoluindo conforme demanda

    A situação da frota de rebocadores em Imbituba (SC) foi objeto de discussão em reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) do porto no último dia 28 de junho. O CAP reuniu diretores da Wilson, Sons, além de representantes da praticagem e da Capitania dos Portos para reivindicar a melhoria dos rebocadores que prestam serviços no porto. O conselho teme que a atracação de navios maiores possa ser prejudicada pela insuficiência de capacidade dos atuais rebocadores.

    A Wilson, Sons alega que as melhorias na frota de rebocadores são introduzidas na medida em que as demandas requerem novos movimentos. O diretor da Wilson, Sons Rebocadores, Sérgio Guedes, observa que o número de navios atendidos no porto de Imbituba se manteve nos últimos três anos. Em 2009, a Wilson, Sons atendeu 188 navios no porto, ante 187 navios em 2010 e 190 em 2011. Até o final de junho, a empresa deu suporte a 104 navios.

    Guedes conta que a empresa operava com dois rebocadores monoeixo em Imbituba e que os substituiu por modelos de dois eixos no segundo semestre de 2011. “Desde setembro de 2011, a Wilson, Sons atendia ao porto com dois rebocadores de dois eixos. Isso se traduz em maior versatilidade nas operações”, avalia Guedes.

    No dia 2 de julho, conforme compromisso que a empresa proprietária das embarcações havia assumido com o CAP, chegou o Ursa — novo rebocador de dois eixos, recém-remotorizado e com 40 toneladas de tração estática longitudinal (bollard pull). Com isso, o rebocador Ônix, 27 toneladas de BP, deixou o porto e o Ursa vai operar junto com o Orion, 27 toneladas de BP. “Saímos de 54 para 67 toneladas de bollard pull. Isso é decorrente do planejamento que já existia, melhoria da frota e também percepção nossa de operador do porto do novo perfil de navio que passou a operar com maior frequência”, avalia Guedes.

    No entanto, o CAP considerou a solução como uma medida apenas paliativa. O conselho reconhece que a nova embarcação melhora a potência atual, mas avalia que haverá a necessidade de um rebocador do tipo azimutal, com mais eficiência, operando nos próximos meses.

    O diretor da Wilson, Sons argumenta que suas embarcações atendem às regras de utilização de rebocadores definida pela autoridade marítima. Guedes diz que essa revisão é constante, tem frequência grande e vai muito da dinâmica que envolve o mercado. “Novas movimentações, navios maiores, ou movimento maior eventualmente passará pelo nosso lado pela reavaliação da nossa frota, seja quantitativa ou qualitativa. Mas não temos esse cenário futuro”, observa Guedes.

    Guedes ressalta que essa relação tem caráter técnico e econômico. “Existem variáveis a serem analisadas. Existe uma questão estratégica de posicionamento em função dos clientes, por vezes dos nossos competidores. É um cesto de variáveis que nos impõe uma revisão constante”, explica Guedes.

    O diretor da Wilson, Sons Rebocadores acredita que a média de 15 a 16 navios atendidos por mês pode ser considerada baixa quando comparada, por exemplo, com o porto de Santos, onde a Wilson, Sons atende 15 navios por dia. Guedes ressalta que são portos com infraestrutura, capacidade e históricos totalmente diferentes. “Hoje temos a certeza de que a estrutura que temos em Imbituba atende à demanda e às normas definidas pela autoridade marítima”, afirma Guedes.

    Guedes conta que já havia sido feita uma movimentação de uma embarcação de 40 BP recentemente, com objetivo de atender uma operação específica demandada por um cliente. “Tivemos uma operação em Imbituba que foi experimental e agora mandamos efetivamente o Ursa para lá”, lembra Guedes.

    Na reunião do CAP, os conselheiros reforçaram a necessidade de Imbituba prestar o melhor serviço à carga e aos navios se quiser ter sucesso nesse mercado extremamente competitivo. O CAP avalia que a garantia de rebocadores com potência adequada, águas profundas e abrigadas e balizamento náutico reduz os riscos e atrai novos armadores.

    O presidente do CAP de Imbituba, Gilberto Barreto, afirma que a potência dos rebocadores assume aspectos estratégicos para o desenvolvimento do porto. “Os novos navios conteineiros e mesmo os atuais graneleiros têm comprimento total da ordem de 300 metros e poderão operar com calado de até 14,5 metros quando a dragagem for concluída. Sem rebocadores adequados todo esse trabalho terá sido inútil”, afirma Barreto.

    Guedes, da Wilson, Sons, diz que as empresas de apoio portuário estão conseguindo atender às demandas. Ele ressalta que, mesmo em Imbituba, não existe histórico de navio que deixou de ser atendido por falta de rebocador. “Nosso segmento vem atendendo isso. É simples comprovar com o número de novos rebocadores entregues nos últimos anos e com perfil de capacidade de tração estática muito superior ao que vinha sendo empregado no mercado”, destaca Guedes.

    No entanto, ele diz que sempre é possível buscar mais eficiência. Segundo ele, autoridade portuária, terminais, armadores e operadores de rebocadores devem buscar mais sincronia. “Quando tivermos essa harmonização, as eficiências poderão ser melhores. É uma coisa que extrapola nosso segmento e estamos muito vulneráveis. Nosso segmento nessa cadeia de logística é final de linha”, ressalta Guedes.

    O CAP acompanhará os entendimentos entre a Wilson, Sons e os armadores dos navios conteineiros cuja escala em Imbituba está sendo negociada pela Santos Brasil, que também desenvolve estudos em simuladores para definir qual o melhor tipo de rebocador para os navios que chegarão ao porto. Isso facilitará a contratação de novos equipamentos que atendam à movimentação de contêineres.

    O administrador do porto, Jeziel Pamato, espera que os investimentos já realizados e com a dragagem para calado de 14,5 metros de profundidade, Imbituba poderá atender aos grandes navios. “Por isso, a administração do porto, há algum tempo, está chamando a Wilson, Sons para conversar e colaborar neste processo de evolução através da oferta de rebocadores adequados para esta nova realidade”, enfatiza Pamato.

    A Wilson, Sons prevê investimentos de US$ 336 milhões em rebocadores de 2012 a 2017. De 2007, quando houve o IPO da empresa, até 2011, o valor total do investimento em embarcações de apoio foi de US$ 244 milhões.

     

    O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) aprovou prioridade para construção de 12 rebocadores para a Wilson, Sons. As embarcações, destinadas à renovação da frota, serão construídas no estaleiro da empresa, no Guarujá (SP). De acordo com Guedes, os rebocadores terão, a princípio, três formatos com capacidades diferentes.

    A potência dos barcos será divulgada somente após a assinatura dos contratos, que deve acontecer até o final de agosto. A Wilson, Sons espera em breve encaminhar o pedido de financiamento para a construção das embarcações. Os projetos de engenharia serão elaborados pela Damen.

  • Mais crédito - Finep e BNDES lançarão novo programa para óleo e gás

    A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o BNDES vão lançar, no segundo semestre deste ano, um programa de financiamento à inovação no setor de petróleo e gás para o pré-sal. Segundo o presidente da Finep, Glauco Arbix, a linha de crédito, batizada de Inova Petro, ainda está sendo estruturada, mas deverá contar com R$ 3 bilhões.

  • Maior organização na construção

    Com área definida e em processo de licenciamento ambiental, polo naval do Amazonas começa a deslanchar

     

    Capital do Amazonas, Manaus é considerado o centro regional do estado e abriga quase a metade da população amazonense. Com uma área de 11.401,06 quilômetros quadrados, está localizada à margem esquerda do Rio Negro, a cerca de 18 quilômetros do encontro de águas dos rios Negro e Solimões.

  • Maestra - Empresa passa a operar em Fortaleza

    A Maestra Navegação e Logística acaba de incluir em sua operação o porto de Fortaleza, na capital cearense. A nova escala se integra as outras cinco já oferecidas pela empresa, nos portos de Navegantes, Santos, Salvador, Suape e Manaus, e consolida a execução do planejamento traçado para a rota dos seus quatro navios.

  • Locação vetada

    Após Ibama negar licença do Eisa AL, governo e empresários buscam alternativa para viabilizar projeto

    Autoridades de Alagoas contestam a decisão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que reprovou a área escolhida para a construção do estaleiro Eisa no litoral sul do estado. O terreno, denominado no estudo como “Alternativa 5A”, localiza-se no centro do distrito de Pontal de Coruripe.

  • Limpeza

    A Jan-Pro, multinacional especializada em limpeza comercial, inaugurou unidade em Campos dos Goytacazes (RJ). A empresa possui métodos específicos para limpeza de diferentes ambientes, como indústrias, empresas, escritórios de todos os portes, academias, clubes, clínicas médicas, hospitais, bancos, restaurantes e igrejas.

  • Licitação - Appa lança edital em agosto

    A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) lança em agosto edital de licitação para aumentar a capacidade do corredor de exportação do porto de Paranaguá. Com o repotenciamento do corredor de exportação, a capacidade de escoamento, de armazenagem e de descarga de caminhões será aumentada para elevar a produtividade em 30%. A primeira etapa do projeto deve receber investimento de R$ 76 milhões.

  • Libra - Terminal inaugura serviço ferroviário

     

    A Libra Logística inaugurou em junho serviço de transporte ferroviário de contêineres entre suas instalações no porto de Santos e o porto seco em Campinas.  Segundo a empresa, o transporte destinado à parte direita do porto santista será facilitado, na medida em que a maior parte das cargas de contêineres que acessam o porto por ferrovia é destinada ao lado esquerdo.

  • Lançamento

     

     

    A Palfinger Systems, fabricante global de sistemas de acesso e de equipamentos para tratamento de superfície, está com novos produtos voltados para o segmento de oil & gas.  Um deles é o HTC-S, sistema de tratamento de superfície para manutenção de cascos de embarcações.

  • Já para 2013

    Daihatsu vai abrir fábrica de motores de médio e grande porte no Brasil para a indústria marítima

    A Alfa Diesel, associação entre a Comercial Bierges e a Caldepinter, investirá R$ 10 milhões para a montagem de uma unidade industrial em Parada de Lucas, na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, cujas obras começarão em outubro.

  • Internacionalização - Sebrae lidera missão à Noruega

    Contribuir para o aumento da competitividade das empresas brasileiras. Esse é o propósito do Prointer P&G (Programa de Desenvolvimento Competitivo e Internacionalização da Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Naval), do Sebrae.  Junto com a Innovation Norway, agência norueguesa de fomento à inovação e internacionalização, o Sebrae lidera uma missão de empresários brasileiros à Noruega, em agosto.

  • Inovação -Georadar terá centro de pesquisa na UFRJ

    O grupo mineiro Georadar terá um centro de pesquisa e capacitação profissional no parque tecnológico da Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. Com investimento inicial de R$ 15 milhões, o grupo pretende ampliar seu portfólio para empresas do setor de óleo e gás. Especializado em serviços onshore e offshore de levantamentos geofísicos, o Georadar venceu licitação para implantar a unidade no parque da UFRJ.

  • Imaturidade tecnológica

    Entrega das sondas no prazo será desafio para novos estaleiros. Mão de obra é um dos principais gargalos

     

    A partir de 2016, a Petrobras passará a operar com sondas construídas no Brasil. Serão 33 unidades, das quais cinco serão feitas pela Ocean Rig, que ainda está em negociação com os estaleiros do grupo Sinergy — Mauá e Eisa. As outras 28 são de responsabilidade da Sete Brasil. Sete delas serão produzidas no estaleiro Atlântico Sul (EAS) a partir do próximo ano.

     

  • Híbrido - Navio zera emissão quando atracado

    A japonesa Mitsui O.S.K. Lines (MOL) anunciou em junho a conclusão de um navio roll-on/roll-off transportador de carros híbrido. O Emerald Ace foi projetado para gerar zero de emissão quando estiver atracado. Ele possui um sistema que armazena energia solar em uma bateria de lítium nos momentos em que o navio está em curso.

  • Hamburg Süd -Armador batiza o ‘Santa Ines’

    A Hamburg Süd batizou, no último dia 27 de junho, o porta-contêiner Santa Ines, no Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co. Ltd. (DSME), na Coreia. Este é o último porta-contêiner entregue de uma série de 10 navios idênticos, com a capacidade de 7,1 mil TEUs cada e equipados com 1,6 mil tomadas reefer.

  • GE - US$ 32 milhões na unidade de Macaé

    A GE Oil & Gas investiu US$ 32 milhões na ampliação da unidade de Macaé (RJ). Na base, a GE atende às empresas nas áreas de perfuração e subsea, em serviços de manutenção, operação de equipamentos, inspeção e instalação.

  • Flexomarine - Nova certificação internacional

     

    A Flexomarine, único fabricante 100% brasileiro de mangotes marítimos, submarinos e flutuantes, acaba de receber o certificado de protótipo de mangote que atende às mais recentes exigências regulatórias para projeto e testes de homologação por meio da ABS - American Bureau of Shipping de um modelo de Dupla Carcaça, nas dimensões de 600 mm (24 polegadas) de diâmetro interno e 10,7 metros (35 pés) de comprimento.

  • Financiamento - R$ 2,7 bi para a UCN Açu

    A OSX Construção Naval contratou com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Caixa Econômica Federal (CEF) o financiamento com repasse de recursos do Fundo de Marinha Mercante (FMM) no valor aproximado de R$ 1,35 bilhão cada, totalizando cerca de R$ 2,7 bilhões. Os recursos são destinados à implantação da Unidade de Construção Naval do Açu, o estaleiro que a OSX está construindo no norte do Estado do Rio de Janeiro desde julho do ano passado.