AdvertisementAGI Brasil
  • Wilson, Sons - Desempenho recorde em 2011

     

    A Wilson, Sons registrou receita líquida de US$ 176,8 milhões e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 42,4 milhões no quarto trimestre de 2011, atingindo, respectivamente, os recordes de US$ 698 milhões e US$ 163,3 milhões em 2011, como reflexo dos intensos volumes movimentados ao longo de nossos sistemas portuário, logístico e marítimo.

  • Vale - Mineradora inaugura CD e planta em Omã

    A Vale inaugurou em março seu centro de distribuição e sua planta de pelotização no Complexo Industrial do Porto de Sohar, em Omã. Segundo a companhia, a pelotizadora e o centro de distribuição, que permite o armazenamento

  • Tecon Rio Grande - Terminal completa 15 anos de operação

    Primeiro terminal privatizado do Brasil, o Tecon Rio Grande completa 15 anos em 2012. O terminal de contêiner operado pela Wilson, Sons já investiu mais de US$ 200 milhões na sua modernização desde 1997. Equipado com seis portêineres Super Post-Panamax, dois mobiles crane Post-Panamax e oito RTGs, o terminal tem condições de atender até três embarcações simultaneamente.

  • Sondas - LMG Marin fornecerá projeto para EAS

    A norueguesa LMG Marin fornecerá o projeto das sete sondas de perfuração que serão construídas no estaleiro EAS. Inicialmente o projeto seria fornecido pela Samsung, que detinha 6% do estaleiro pernambucano.

  • Serviço de primeira

     

    Foto: Tadeu Nascimento

     

    Empresas de apoio portuário apostam na modernização das frotas e setor cobra melhorias para operação nos portos

    As operações nos portos brasileiros vêm mantendo ritmo intenso nos últimos anos e novos investimentos tornam-se cada vez mais necessários. Enquanto o setor portuário capta e aplica recursos para modernizar suas instalações e reduzir os gargalos estruturais e operacionais, as empresas de apoio portuário também tentam acompanhar a transformação pela qual os portos

  • Relançamento

    A Alu Design, empresa norueguesa que fabrica cadeiras para pontes de comando e trilhos de convés, está relançando dois de seus mais bem-sucedidos modelos.  A adaptação dos projetos da Alutech 400 e Alutech 500 permitiu

  • Programa de treinamento

    Depois das instituições do Rio de Janeiro, agora as universidades dos estados de Pernambuco (UFPE) e do Pará (UFPA) também participarão do programa de treinamento da Aveva. A companhia iniciou a parceria acadêmica há mais de três anos com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A partir deste ano letivo, a UFPE e a UFPA começarão a utilizar softwares das suítes de aplicativos Aveva Plant e Aveva Marine nos programas dos cursos de graduação em engenharia.

    De acordo com o vicepresidente sênior da Aveva para a América Latina,  Santiago Pena, a parceria com as instituições de ensino visa a ajudar no preenchimento da lacuna criada pela escassez de engenheiros experientes. “Com a grande procura por engenheiros no Brasil e na América Latina em geral, entendemos que o treinamento de novos usuários de nossos softwares é fundamental para o êxito crescente e contínuo das indústrias naval e de processos”, diz.

    O Aveva PDMS é o software utilizado para modelagem 3D de projetos industriais, de construção, modernização e expansão de refinarias. Já o Aveva Marine é um conjunto de aplicativos integrados, criados especificamente para serviços de engenharia e projetos de estruturas navais e offshore, gerenciamento de projetos e geração de informações precisas.

  • Prêmio por inovação

    A Cargotec foi premiada pelo seu sistema inovador de âncora de manipulação de navios AHTS. Denominado MacGregor Chain Wheel Manipulator, o sistema foi desenhado para uso em navio que atualmente está à disposição

  • Prazo - OSX garante até sete sondas para a Petrobras

    O OSX tem condições de construir até sete sondas, cumprindo os prazos exigidos pela Petrobras. A informação é da empresa do grupo EBX, que negocia com a Sete Brasil a construção de duas unidades. O período necessário para a entrega

  • Posição estratégica

    Porto de Santana (AP) será expandido para atender às novas cargas e rotas, aproveitando novo Canal do Panamá

    O melhor aproveitamento de um porto em posição estratégica no norte do Brasil permitirá a expansão da movimentação de cargas internacionais. O porto de Santana, antigo porto de Macapá (AP), está prestes a ampliar sua área de operação, aproveitando a expansão do Canal do Panamá. Com investimentos da ordem de R$ 400 milhões até 2015,

  • Porto sem Papel - Suape se prepara para receber o projeto

    O projeto Porto sem Papel (PSP), idealizado pela Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), começará a fazer parte da realidade dos portos de Recife e Suape. O início do plano de implantação do Portal de Informações Portuárias

  • Polo de conhecimento

    Parque tecnológico da UFRJ atrai multinacionais da cadeia ‘offshore’ para desenvolvimento de pesquisas

    O Rio de Janeiro concentra um grande centro de pesquisas com empresas de diversas áreas, incluindo os segmentos naval e offshore. Criado em 2003, o parque tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) já concentra cerca de 40 empresas nacionais e estrangeiras numa área de 350 mil metros quadrados. Com a instalação de centros de importantes multinacionais e de novas empresas, o parque se apresenta como um polo desenvolvedor de tecnologias voltadas, principalmente, para os desafios do pré-sal. Por conta da procura, a UFRJ deve disponibilizar em breve novos terrenos na região da Cidade Universitária, zona norte carioca, onde o parque está localizado.

    Os investimentos previstos para o período 2010-2013 no parque tecnológico são da ordem de R$ 500 milhões. O valor será aplicado na construção de unidades de pesquisas. A expectativa da UFRJ é que esse ambiente gere soluções para os desafios tecnológicos do pré-sal e grandes oportunidades para empresas de base tecnológica de menor porte. E incentivar a interação com pesquisas acadêmicas da universidade. Por essa razão, o restante da área do parque está reservado para o desenvolvimento de projetos de incentivo a pequenas e médias empresas.

    Um desses projetos é a ‘Torre de Inovação’, que vai abrigar cerca de 100 pequenas e médias empresas de diversos setores. Quatro pequenas empresas já estão instaladas, em prédios compartilhados, e mais seis foram aprovadas em 2012 para se instalar. A maior parte delas foi criada dentro da incubadora de empresas da Coppe/UFRJ.

    O coordenador do parque, Maurício Guedes, conta que uma nova área, com 240 mil metros quadrados, deve ampliar o território de pesquisas. Este terreno, que pertence ao Exército, será adquirido pelo governo do estado e pela prefeitura do Rio de Janeiro. Desse total, cerca de 47 mil metros quadrados serão destinados às pesquisas da GE (General Electric), que possui atualmente um escritório provisório na Cidade Universitária. Outros 30 mil metros quadrados serão utilizados pela empresa L’Óreal, do ramo de cosméticos. O restante do terreno será distribuído entre sete a oito empresas da incubadora da UFRJ. A seleção dessas empresas deverá começar este ano.

    — Nossa meta é chegar a 200 empresas. Isso será feito através da expansão e da ocupação de áreas ainda não ocupadas dentro do parque. Num espaço de 20 mil metros quadrados, deve ser construído um prédio alto, com a capacidade de abrigar uma centena de empresas. Existe muita procura. Queremos um mix de empresas que traga ganhos para a vida acadêmica da UFRJ e que tire proveito para elas — conta Guedes.

    O projeto do parque surgiu com o objetivo de estimular a interação entre a universidade e empresas, incentivando o empreendedorismo entre estudantes, garantindo acesso privilegiado das empresas aos laboratórios, profissionais de alta qualificação, além de novas oportunidades de negócios e de pesquisas de ponta. Os laboratórios e centros de excelência instalados no parque e mantidos pela Coppe/UFRJ reúnem empresas de base tecnológica que atuam nos setores de energia, petróleo e gás, meio ambiente e tecnologia da informação.

    Entre as multinacionais instaladas no parque está a francesa Schlumberger, que inaugurou seu centro de tecnologia em novembro 2010. A empresa é especializada na área de petróleo e gás e prospecção de geofísica. No mesmo ano, o conselho diretor do parque aprovou a instalação de centros de pesquisa das multinacionais Halliburton e Tenaris Confab. Em 2011, as empresas EMC, BG e Siemens venceram a licitação pelos últimos três terrenos disponíveis.

    A Halliburton, que presta serviços para exploração e produção de petróleo, ocupará terreno de sete mil metros quadrados para construção do centro de pesquisa, para o desenvolvimento de caracterização e o monitoramento de reservatórios. Os investimentos ficarão entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. A Tenaris Confab, fabricante de tubos de aço, ocupará terreno de quatro mil metros quadrados, onde construirá seu centro de pesquisas voltado para os setores de petróleo e gás, mineração, construção civil e automotivo. A empresa investirá cerca de US$ 21 milhões. A previsão é de que os centros de pesquisa das duas empresas estejam concluídos até o final de 2012.

    Em fase de instalação estão as instalações da Usiminas, do setor siderúrgico, e de duas norte-americanas do setor de petróleo e gás: Baker Hughes, inaugurada em outubro de 2011, e FMC Technologies, inaugurada em janeiro de 2012. A siderúrgica brasileira deve iniciar as obras no parque tecnológico ainda no primeiro semestre, com objetivo de desenvolver novas tecnologias de aplicação de aços para os setores de óleo e gás, naval e offshore, com foco na demanda do pré-sal.

    O centro tecnológico da FMC Technologies, inaugurado em janeiro, é o terceiro da empresa no mundo — os outros ficam em Houston, nos Estados Unidos, e em Kongsberg na Noruega. Entre 2010 e 2012, a FMC terá investido cerca de R$ 200 milhões no Brasil, sendo R$ 70 milhões destinados ao novo centro tecnológico. A nova unidade da FMC ocupa uma área de 20,5 mil metros quadrados, divididos em duas amplas edificações. Uma delas é um pavilhão, em operação desde outubro de 2011, onde foi testado o ‘separador submarino água-óleo’ — projeto em cooperação com a Petrobras, instalado no campo de Marlim, na Bacia de Campos. Esta área foi concebida para testar protótipos em escala real de equipamentos submarinos da indústria de óleo e gás. Ao lado da área de testes está localizado o prédio da engenharia, onde 300 profissionais da FMC desenvolverão projetos e pesquisas de novas tecnologias submarinas para exploração de petróleo e gás no Brasil, com foco também nas novas demandas do pré-sal.

    Inicialmente, 200 engenheiros estarão trabalhando no prédio da engenharia, a partir de março de 2012. Na área de testes trabalham, atualmente, cerca de 100 profissionais. A ideia é, nos próximos meses, ampliar o quadro de 300 para 400 funcionários. “A FMC tem desenvolvido inúmeros avanços tecnológicos no Brasil por muitos anos e agora vai dar um largo passo na direção das tecnologias para o futuro. O centro de tecnologia vai ser o grande “drive” para tornar isto possível, e teremos não somente o tão falado conteúdo local de equipamentos, mas também o conteúdo local de alta tecnologia”, afirma Paulo Couto, vice-presidente de Tecnologia da FMC-Brasil.

     

    O coordenador do parque explica que o processo de expansão está progredindo rapidamente. Segundo Guedes, o plano inicial era ocupar todo o parque em 20 anos. No entanto, entrando no nono ano já se fala em expansão. As principais motivações apontadas por Guedes são as perspectivas econômicas no Brasil bastante positivas, principalmente comparadas à da Europa, e o aprimoramento da capacidade científica brasileira nos últimos anos.

    — Esperamos que essa demanda continue bastante aquecida nos próximos anos. Não temos muitas empresas do setor naval. Mas muitas empresas que fazem parte da cadeia — pondera Guedes.  Ele lembra que a primeira unidade instalada no parque foi o laboratório de tecnologia oceânica da Coppe/UFRJ, considerado ícone na área de tecnologia naval.

    Formalmente, a nova unidade do centro de pesquisas da Petrobras não está nesse parque tecnológico, sobretudo por ela ocupar uma área de 200 mil metros quadrados. Apesar disso, Guedes ressalta que ela faz parte do ‘mesmo ecossistema’ do parque. Ele afirma que esse centro foi a principal âncora do campus para atração de multinacionais e investimentos. “Para o setor offshore, esse fenômeno que está acontecendo aqui será percebido como uma das grandes concentrações mundiais de atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação”, diz Guedes.

    Guedes entende que muitas das empresas da área offshore que se instalaram no parque são parceiras antigas da Petrobras no desenvolvimento de tecnologia e foram estimuladas pela estatal a trazer atividades de pesquisa para o Brasil. “O país já dispõe de tecnologia para produção de petróleo no pré-sal, mas vamos enfrentar muitos problemas novos. Muitos desafios serão enfrentados nos próximos anos”, afirma Guedes.

    O coordenador do centro tecnológico destaca ainda que o complexo enquadra-se no conceito de conteúdo nacional, no que diz respeito à inteligência que está incorporada em toda essa indústria. Ele lembra que dezenas de pesquisadores trabalharão no parque, sendo a maioria brasileiros, mas com a contribuição de especialistas de outras nacionalidades. “É um passo importante do país para nacionalizar também a produção de conhecimento”, enfatiza Guedes.

    Os contratos de concessão do uso do terreno têm duração de 20 anos, sendo prorrogáveis por mais 20 anos. A universidade exige que as empresas mantenham relações de cooperação com os estudos e projetos acadêmicos e que realizem investimentos para construção e manutenção das instalações.

  • Novos rumos

     

     

    Além de equipamentos, fornecedores de tecnologias de combate à poluição têm adicionado outros serviços a seu portfólio

     

    De janeiro a março deste ano, quatro acidentes acarretaram o despejo no mar de pouco mais de 30 mil litros de óleo. No dia 26 de janeiro, um incidente durante uma operação de descarregamento em uma monoboia da Transpetro no terminal de Osório,

  • Novo nicho - Rio Maguari quer construir PSV

    O estaleiro Rio Maguari, de Belém (PA), estuda construir embarcações de apoio marítimo. Segundo o diretor comercial do estaleiro, Fábio Vasconcellos, três armadores visitaram e aprovaram as instalações em Belém. Vasconcellos avalia

  • Marcenaria

    O estaleiro Kalmar, em Itajaí (SC) está oferecendo serviços de marcenaria naval. Além de construir barcos, conforme vem fazendo há 30 anos, o Kalmar passa a produzir e reformar decks, pisos e interiores de diversos tipos de embarcações.

  • Maior produtividade

    Aumento na demanda estimula investimentos em novos equipamentos de movimentação de contêineres

    A operação portuária no Brasil vem ganhando níveis de complexidade cada vez maiores. O volume de cargas aumenta sem parar, assim como o tamanho dos navios, o que tem levado os terminais especializados em contêineres a aportar recursos

  • Licitações - Regras serão definidas no segundo trimestre

    As regras de licitação dos 77 terminais portuários cujos contratos vencem até 2014 serão definidas até o fim do segundo trimestre, informa o diretor da Antaq, Tiago Lima. O tema é tratado com prioridade pela direção da Agência,

  • Itapoá - Porto recebe certificação Furukawa

    O porto Itapoá recebeu no último mês de de fevereiro a certificação Furukawa de Garantia Estendida de 25 anos para toda a rede de cabeamento estruturado implantada no porto. Segundo a administração do terminal, este é um dos reconhecimentos

  • Inovação

    O estaleiro norueguês STX OSV padronizou seus projetos de engenharia e de modelagem 3D com o Aveva Marine. Em março, a Aveva anunciou que o estaleiro adquiriu mais de 100 licenças adicionais do aplicativo.

  • Inauguração - SKF abre quatro escritórios regionais

    A SKF do Brasil vai inaugurar quatro escritórios regionais especializados na manutenção de equipamentos pesados. A primeira cidade escolhida foi Macaé, no interior do Rio de Janeiro, para atender às empresas de óleo e gás.

  • Frota - Wilson, Sons lança PSV ‘Sterna’

    A Wilson, Sons Ultratug Offshore lançou ao mar em março mais uma embarcação. O Sterna é o décimo terceiro PSV da frota de apoio offshore da companhia para o atendimento do mercado de petróleo e gás.

  • Fretes compatíveis

    Diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, alerta que apesar das dificuldades dos armadores para negociar com estaleiros,  fretes do EBN estão em linha com os do exterior

    As taxas de afretamento contratadas no EBN estão compatíveis com o mercado internacional, segundo a Petrobras. Embora os armadores aleguem dificuldades para negociar os valores da construção das embarcações com os estaleiros,

  • Foco em prevenção

    Enquanto o PNC aborda ações ligadas a vazamentos já ocorridos, especialistas afirmam que plano deveria buscar medidas de precaução

    Ainda sem a entrada em vigor do Plano Nacional de Contingência (PNC), o país enfrenta problemas para lidar com vazamentos de petróleo. O caso da Chevron é emblemático. Cinco meses após o primeiro vazamento na bacia de Campos, o laudo final ainda não foi concluído, um novo acidente ocorreu na mesma região e os fatos mostram as fragilidades do país em relação às políticas de prevenção

  • Dutos - Technip inaugura centro tecnológico no ES

    A Technip inaugurou em março o Centro Tecnológico Flexibrás (CTF). Construído em Viana, no estado do Espírito Santo, o CTF é voltado para o desenvolvimento de novas estruturas de dutos flexíveis e materiais.

  • Distribuidora

    A GTM Máquinas e Equipamentos acaba de fechar com a companhia taiwanesa Tailift acordo comercial de distribuição exclusiva de empilhadeiras. Com capacidades de carga de 1,8 toneladas a 10 toneladas, as empilhadeiras

  • Diferencial que agrada

    Caterpillar amplia conteúdo nacional de grupo geradores para conquistar novos clientes no mercado de apoio ‘offshore’ e de plataformas

    Disposta a ampliar sua fatia no atraente mercado brasileiro de fornecimento para embarcações de apoio marítimo e plataformas offshore, a Caterpillar Brasil inaugurou uma nova linha de montagem de grupos geradores série 3500C de propulsão diesel-elétrica. Com potências que variam de 1360 a 2250 ekW, a nova série é a única a oferecer conteúdo nacional de 64% e já está sendo fabricada na unidade industrial da empresa em Piracicaba (SP). A série conta com certificação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), emitida pela RBNA.  O conteúdo nacional é formado pela base estrutural do grupo gerador, alternadores da brasileira WEG, mão de obra, testes e comissionamento do equipamento.

    Segundo Luiz Carlos Calil, presidente da Caterpillar Brasil, este é um marco importante no processo de expansão da produção da empresa em seus 57 anos de produção no Brasil. “Em outubro de 2011, inauguramos uma nova fábrica em Campo Largo (PR) e atualmente estamos investindo R$ 180 milhões no aumento de nossa capacidade na unidade de Piracicaba. Ao todo o investimento soma R$ 300 milhões. O pré-sal representa um momento importante para conseguirmos mais oportunidades de fornecimento.  E nossos clientes disseram que era importante que aumentassem o conteúdo local. É por isso que estamos aqui”, afirmou Calil em cerimônia que marcou o início da produção da nova linha, em Piracicaba.  A fábrica, que conta com seis mil funcionários, tem capacidade para produzir 250 unidades do grupo gerador série 3500C.  Para os armadores, ter mais de 60% de  conteúdo nacional  significa a chance de reduzir o percentual de financiamento das embarcações.

    A nova série oferece tecnologia de última geração em termos de capacidades de sistema de injeção eletrônica de combustível EUI e Unidades de Controle Eletrônico (ECU) ADEM A3. A série será equipada com o motor CAT 3512C de 12 cilindros em V e 4 tempos, disponíveis nas versões de 1360 ekW, 1550 ekW e 1700ekW.  Também será oferecida a opção com o motor 3516C de 16 cilindros em V e 4 tempos, disponível tanto em 2000 ekW quanto em 2250 ekW. A nova série traz o conceito de “estação de potência” eletrônica, pois cria eficiências entre as unidades de controle, os injetores unitários, a instrumentação e os displays, que equilibram o fornecimento de energia, o consumo de combustível e as emissões de exaustão em qualquer carga.

    “Esse novo produto vem atender às necessidades do mercado quanto à exigência de conteúdo nacional e manterá a Sotreq na liderança do fornecimento de grupos geradores para o mercado marítimo brasileiro. É válido lembrar que além do investimento na estrutura de vendas que irá fomentar a comercialização destes equipamentos, a Sotreq continuará investindo em sua estrutura de suporte ao produto, de forma a garantir a máxima disponibilidade dos produtos Caterpillar de seus clientes”, afirma Filipe Prado Lopes, gerente de mercado marítimo da Sotreq.

    De acordo com o gerente de estratégia para os segmentos marítimo e petróleo, Luiz Pustiglione, a Caterpillar Brasil estuda nacionalizar motores com outras faixas de potência até 7.370 kW. O objetivo é atender a uma gama maior de encomendas de navios, como os petroleiros do Promef e do EBN.  “Não temos um prazo para essa definição mas se pretendemos disputar essas encomendas, é certo que não poderemos demorar muito”, afirmou ele, acrescentando que a intenção é construir uma nova fábrica, mais próxima dos estaleiros detentores da maior parte destes contratos.  Nesse caso, o estado do Rio de Janeiro é o local mais provável.  Também na mira da empresa estão as encomendas de grupos geradores para os drill ships. Nesse caso, eles serão utilizados como  auxiliares.  “Esse também é um mercado bastante atraente”, resume Pustiglione.

  • Conformidades ambientais

    Portos de Imbituba, Itajaí e Pecém são os mais bem colocados no Índice de Qualidade de Gestão Ambiental, apresentado pela Antaq

    Os portos de Imbituba, Itajaí e Pecém foram os mais bem colocados na avaliação do Índice de Qualidade de Gestão Ambiental, apresentado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) no último mês de fevereiro. Realizada em 29 portos do país, a pesquisa foi desenvolvida pelo Centro Interdisciplinar de Estudos em Transportes (Ceftru), da Universidade de Brasília (UNB).

  • Classificação de motores

    A International Shipping Federation (ISF) atualizou o livro de treinamento a bordo para classificação dos motores. A publicação revisada contém tarefas estruturadas de treinamento a bordo formuladas em torno dos padrões

  • Avanço no EBN

     

    Armadores estão em fase final de contratação de estaleiros e primeiro navio do programa deve ser entregue em outubro à Petrobras

    Depois de alguns boatos de que os contratos do EBN corriam o risco de não sair do papel, o programa parece começar a caminhar. Os armadores que venceram os contratos de afretamento para os 39 navios já estão em fase final de contratação dos estaleiros. O primeiro navio do programa deve entrar em operação no próximo mês de outubro, segundo a Petrobras. Apesar de não considerar a possibilidade de atrasos nos prazos de entrega das embarcações, a companhia não descarta a hipótese de extensão dos contratos. A empresa considera que o atraso no andamento do programa se deve principalmente aos problemas vivenciados pelo Ministério dos Transportes entre 2010 e o ano passado.  O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante, responsável pela aprovação das prioridades para financiamento ficou quase dois anos sem aprovar novos pedidos de recursos. Até o momento nenhum contrato de financiamento entrou em eficácia.

    De acordo com o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, os problemas internos do Ministério dos Transportes devem ser levados em consideração. “Posso avaliar contrato a contrato, mas não nesse momento. Temos 2012, 2013 e 2014. Mas essa posição do Fundo não estava na mão das empresas. Não posso crucificá-las por este atraso, que realmente ocorreu”, afirma o executivo.

    No EBN 1 foram afretados 19 navios para entrega entre 2011 e 2014. Já no EBN 2 as 20 embarcações têm previsão de entrega entre 2013 e 2017. O programa exige que o registro do navio ocorra sob bandeira brasileira durante toda a duração do contrato, que é de 15 anos.

    Mesmo sem a liberação de recursos, a Delima Comércio e Navegação já iniciou com recursos próprios a construção no estaleiro Renave Enavi dos navios bunkers de 2,5 mil tpb do EBN 1. O contrato prevê três embarcações. “Dois estão em construção e o casco de um deles já está na água. O navio está sendo montado e o pessoal do estaleiro me garantiu que a entrega será em outubro desse ano ”, revela Costa.

    Para o EBN 2, a Delima venceu a licitação de dois navios de 18 mil tpb para o transporte de produtos escuros. Na reunião do CDFMM de dezembro de 2009, a companhia teve prioridade aprovada para três primeiros navios, no valor de R$ 47,810 milhões, mas o pedido foi cancelado no último encontro, realizado em outubro do ano passado. Os demais ainda não foram avaliados.

    Nesta reunião, inclusive, os armadores Kingfish do Brasil (Kfdb) e Pancoast tiveram projetos aprovados. Dos 11 navios de 45 mil tpb, destinados ao transporte de petróleo e produtos claros que a KfdB vai operar no país, sete estavam na lista das prioridades aprovadas, totalizando investimentos de R$ 1,09 bilhão. Os outros quatro projetos, orçados em R$ 619,69 milhões, conseguiram aprovação em outubro do ano passado. A companhia já contratou o estaleiro OSX para a construção dos navios num valor de cerca de US$ 732 milhões, com entregas previstas para ocorrer até 2017.

    A Pancoast investirá cerca de R$ 320,97 milhões na construção de quatro navios de 30 mil tpb do EBN 1. A companhia está em fase conclusiva de negociações com o estaleiro Rionave. Segundo o diretor da empresa, Mario Froio, a primeira embarcação deverá ficar pronta em 20 meses após a contratação e as demais, a cada seis meses.

    Assim como as demais empresas contratadas no EBN, a Pancoast corre contra o tempo para cumprir o prazo de entrada dos navios em operação, que é dezembro de 2014. Segundo Froio, o contrato prevê uma extensão de 12 meses e ele acredita que, com a entrada em eficácia do contrato de financiamento ainda este ano, suas embarcações serão entregues no prazo.

    A Pancoast sofreu um revés em seu planejamento quando no ano passado o Rionave decidiu renegociar o pré-contrato, assinado no início de 2010. Com o cancelamento do pré-contrato com a Transpetro para a construção de cincos navios do Promef, o estaleiro alegou perda de escala e aumentou os preços. Com o contrato de afretamento já assinado com a Petrobras, a Pancoast enfrentou uma longa negociação para conseguir chegar a um valor que assegurasse a viabilidade do negócio. O processo atrasou — e encareceu — mas ainda assim a Pancoast se mantém firme no propósito de contratar os navios.

    Também no Rionave devem ser construídos os navios da Hidrovia South American Logistics, que venceu a disputa para prestar serviço para a Petrobras no EBN 2 com seis petroleiros de 63,5 mil tpb. A empresa pertence ao grupo argentino Navios, que tem cerca de 70 petroleiros em operação. Com prioridade também aprovada, a companhia espera concluir a negociação com o agente financeiro ainda este ano para iniciar a fase de projeto, que demorará cerca de um ano.  Segundo o diretor da empresa, Michel Chaim, o primeiro dos seis navios deve entrar em operação no final de 2015 enquanto que o último está previsto para 2018. “São muitas obras para poucos estaleiros então a negociação não é fácil. Os preços dos navios no Brasil estão muito altos”, reclama ele.

    Esta tem sido inclusive uma lamentação de boa parte dos armadores. Segundo eles, os preços cobrados pelos estaleiros  nacionais têm deixado margem de lucro apertada. Para Paulo Roberto Costa, no entanto, tudo é uma questão de negociação. “É claro que o armador vai puxar para baixo e o estaleiro para cima, mas é possível fechar, como fizeram a OSX e a Kingfish. Obviamente que construir 11 navios não é a mesma coisa que fazer dois ou três. Tem que ter escala, mas estamos com o EBN 2 na rua, então alguma coisa pode ser somada”, diz.

    Costa destaca também que as exigências de 60% de conteúdo nacional não são um motivo que possa estar dificultando a negociação entre armadores e estaleiros. “Motores principais, turbinas, alguns geradores serão importados porque não temos ainda capacidade de fazer aqui, mas toda parte de supraestrutura, casco, é fabricação 100% nacional. Então isso atrelado aos grandes consumos atende aos 60% com folga”, afirma.

    Outra empresa que também afretará os navios para a Petrobras pelo período de 15 anos é a Elcano. Com aprovação da prioridade de construção obtida na reunião de maio do ano passado, a companhia investirá cerca de R$ 125,12 milhões na construção de três gaseiros pressurizados de sete mil metros cúbicos. As embarcações, referentes ao EBN 1, serão construídas no estaleiro Itajaí, que já foi de propriedade da Elcano. O estaleiro foi vendido ao grupo português MGP em fevereiro do ano passado e os gaseiros foram incluídos na negociação.

    A Brazgax, que também vai afretar gaseiros à estatal, negocia com o mesmo estaleiro. De acordo com o diretor da empresa, Mario Ikonomopoulos, a negociação deve ser concluída até o final do semestre. O início da produção dos navios, no entanto, ainda nao tem previsão, já que a Elcano tem prioridade de construção. Mas como a empresa está no EBN 2 a urgência não é a mesma. Os navios da Brazgax, portanto, seriam construídos apenas depois dos da Elcano, segundo o diretor. "A não ser que por algum motivo haja algum impedimento da parte deles". Com condições de construir apenas um navio por vez, o estaleiro Itajaí, de acordo com Ikonomopoulos, planeja uma ampliação.

    A  Brazgax está estudando alternativas externas de financiamento com dois fundos de investimento. "O processo está em andamento. Acredito que neste primeiro semestre devamos ter concluído a contratação do estaleiro e a parte de financiamento intermediário", diz Ikonomopoulos, revelando que busca conseguir com o fundo de investimento, pelo menos, a metade do valor do projeto, que está orçado em cerca de US$ 300 milhões.

    Mesmo com aportes iniciais obtidos por outros meios, a companhia pretende complementar o valor através do financiamento do FMM. Mas o pedido de prioridade, segundo o executivo, ainda não foi feito. "Estamos tentando organizar essa parte financeira externa e depois com o estaleiro. O FMM tem algumas exigências, então primeiro temos que concluir isso. Com a documentação pronta, vamos entrar com o pedido", diz. A demora na realização das reuniões do CDFMM foi o principal motivo para que a empresa buscasse alternativas externas.

    A estimativa da Brazgax é que o primeiro navio esteja finalizado no final de 2014 e os demais a cada seis meses.

    Vencedora da licitação da Petrobras para operação de dois bunkers de 4,5 mil tpb, a Navegação São Miguel construirá as embarcações no estaleiro do mesmo grupo, o Brasbunker. Segundo o diretor da Petrobras, a empresa deve iniciar as obras em breve. “Se não começou, está para começar”, conta. Segundo a São Miguel, o Banco do Brasil é o agente financeiro, em um contrato guarda-chuva assinado em 15 de abril de 2011  que cobre diversos outros financiamentos.

    A Global, que vai operar para a estatal três navios de transporte de produtos claros, teve a prioridade aprovada na reunião de maio do ano passado. Sem revelar o nome do estaleiro, Costa afirma que a companhia ainda negocia o contrato, que está prestes a sair.  O pedido de prioridade inicial citava o estaleiro Eisa como o construtor.

    Em razão dos preços, a assinatura dos contratos entre armadores e estaleiros é considerada por Paulo Roberto Costa uma das fases mais difíceis de serem resolvidas. Quando este processo estiver finalizado, os armadores estarão aptos a requererem os recursos do FMM. “Para ter financiamento do Fundo tem que ter contrato fechado com estaleiro, senão não se faz navio. Essa decisão era fundamental para dar o próximo passo. E felizmente agora conseguimos evoluir no processo”, conclui.

     

  • Aquisição - Libra assume a PSC Terminais

    A Libra Logística adquiriu da Log-In a empresa PSC Terminais Intermodais, que controla o porto seco do Cerrado – um terminal intermodal alfandegado localizado em Uberlândia (MG). O porto seco, cuja concessão vai até 2019, possui área alfandegada de 52 mil metros quadrados, 10 mil metros quadrados de armazém, 30 mil metros quadrados de pátio e uma área prevista para expansão de 10 mil metros quadrados.

    O terminal é servido por um desvio ferroviário que permite ligação direta a duas outras estruturas da Libra Logística: o porto seco de Campinas e a Libra Logística Valongo, no porto de Santos.

  • Apoio - Grupo Georadar recebe R$ 143 milhões do BNDES

     

    O Banco de Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou o repasse de R$ 143 milhões ao grupo mineiro Georadar, especializado em serviços onshore e offshore de levantamentos geofísicos,

  • 3M lança portal

    A 3M desenvolveu um portal dedicado ao segmento naval. Além das diversas soluções e sistemas 3M, os internautas poderão conferir também boletins técnicos, catálogos eletrônicos, links interessantes e eventos do segmento,