ANTAQ divulga movimentação de 14,5 milhões de passageiros por ano na Região Amazônica Imprimir E-mail
Noticiário cotidiano - Navegação
Sex, 10 de Fevereiro de 2012 19:16

A ANTAQ, em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), divulgou, nesta sexta-feira (10), na sede da Agência, em Brasília, o relatório do estudo para a caracterização da oferta e da demanda no transporte fluvial de passageiros na Região Amazônica. De acordo com o trabalho, no transporte longitudinal misto e nas travessias, são movimentados 1.210.478 passageiros por mês nessas modalidades de transporte fluvial. Por ano, são cerca de 14,5 milhões de usuários.

O estudo teve como objetivo identificar o número de terminais, de linhas e de embarcações, assim como a quantidade de pessoas e de mercadorias que circulam anualmente nas vias navegáveis dos estados do Pará, Amapá, Rondônia e Amazonas. “O transporte fluvial é vital para a Região Amazônica. Por isso, a importância desse estudo. Essas informações serão importantes para o Ministério dos Transportes, para a Casa Civil e para outros órgãos pensarem as políticas públicas em benefício dessas pessoas”, afirmou o superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Adalberto Tokarski.

Conforme os professores da UFPA, que apresentaram o trabalho para representantes da Anvisa, dos Ministérios dos Transportes, da Agricultura, do Planejamento e do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), entre outros órgãos, a pesquisa foi quantitativa. Foram cadastrados na primeira etapa 106 terminais, sendo 64 no Pará, 30 no Amazonas, 11 no Amapá e um em Rondônia. O estudo apontou que 222 linhas foram exploradas por 420 embarcações que prestam serviços regulares.

Perfil

O levantamento fez, também, o perfil do passageiro de embarcação na navegação interior: 53% são do sexo feminino e 47% são do sexo masculino; a maioria dos passageiros tem entre 30 e 49 anos; 57% dos usuários são casados; e 30% dos passageiros ganham entre R$ 451 e R$ 720.

Houve, ainda, uma pesquisa de satisfação dos usuários: 65% não aprovam os acessos aos terminais; 72% acham ruins as áreas para os estacionamentos de veículos; e 81% desaprovam as salas de embarque.

Cargas

O relatório apontou que, por mês, o transporte longitudinal misto e a travessia na Região Amazônica movimentaram 671 mil toneladas de carga por mês.

Fonte: Antaq

Comentários (3)Add Comment
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Descaso do Governo
escrito por Marujo, fevereiro 13, 2012
O governo esta preocupado com estadios de primeiro mundo e trem Bala, se não tem competencia para administrar os terminas da Bacia Amazonica, que tercerize ou passe estas responsabilidades para as prefeituras juntamente com os recursos e que cobrem o IPVA das embarcações que faturam milhoes na região Amazonica, tranportanto pessoas e cargas. Que padronizem e financiem e substituam os meios de transportes fluvias como fazem com os rodoviarios.
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AINDA FALTA MUITO
escrito por Edmilson Sousa Carvalho, fevereiro 13, 2012
Esse numero não e correto isso e mais uma estimativa, pois a falta de portos organizados e de condições de operação de embarque e desembarque de pasageiros e precario, em belem ainda se encontra portos que oferecem segurança e higiene ao passageiro, mais em Manaus não existe nenhum que ofereça essas condições, tudo porque os orgãos que liberam as regularizações de liberar um porto e complicado, desanima o propiretario tanto da embarcação como do Porto, em belem os portos de particulares são os mais satisfatorio e em Manaus nem existe, tudo porque e muito entrave nos orgãos que regulam
Edmilson Carvalho
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...
escrito por José Rabello, fevereiro 13, 2012
Esse é o caminho. Também questões como pontualidade, respeito ao passageiro, higiene nas instalações, acessibilidade estão sendo tratadas.

No caso da acessibilidade, a NBR 14.450 é um avanço corajoso e necessário, por parte da ABNT, Marinha do Brasil, Inmetro, ANTAQ, Secretaria de Direitos Humanos -PR.

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