| Estudo adverte sobre falta de oficiais de marinha mercante no Brasil |
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| Noticiário cotidiano - Marinha do Brasil | |||
| Sex, 09 de Dezembro de 2011 08:05 | |||
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Estudo da Schlumberger Business Consulting, feito sob encomenda da Transpetro, empresa de logística da Petrobras, traz novos cenários sobre a oferta e demanda de oficiais de marinha mercante no Brasil. Mas o trabalho não encerrou a polêmica sobre o tema entre armadores e trabalhadores. O levantamento inclui projeção segundo a qual tende a se aprofundar o saldo negativo entre a oferta e a demanda por esses oficiais. Comentários (13)
![]() escrito por Ricardo Viana, dezembro 12, 2011
As Universidade marítimas da Noruega, Inglaterra, França, Portugal, Japão, Alemanha, Holanda, Espanha, e até as particulares nos Estados Unidos e Canadá, são civis, aluno vai de calça jeans, e vive como qualquer ser normal, e se forma na prática.
Ao contrario do regime faz de conta da Coreia do Norte aqui no Brasil, que ainda existe só pra cumprir tabela. Vamos ser chutados por culpa desse atraso, e falta inteligencia. escrito por Ricardo Viana, dezembro 12, 2011
O Colega 1ON Marcelo Silva, foi brilhante, este é um cara antenado com a realidade profissional.
Este país tem muita vaidade, muita boçalidade neste nosso meio, tem "colegas" que por eles só ficavam de farda (trabalho que é bom nada), por isso estamos sendo passados para trás, os gringos que hoje mandam e desmandam na nossa costa que o digam, e nessa tal de Transpetro ta cheio de latinos mandando a bordo. Isto sim é uma vergonha! Ao contrario de dinossauros que já ficaram no passado. escrito por Ricardo Viana, dezembro 12, 2011
Este tão de Luiz Leal não pode mesmo ser levado à sério.
É o mesmo tipo que ficava la no Blogmercante ofendendo colegas com comentários estranhos. Muito tosco este sujeito, com estas ideias da época da pedra lascada. Típicas ideias de um cara que tentou ser militar e não conseguiu, e ai foi para a Fronape, vestir caqui. escrito por LUIZ LEAL, dezembro 10, 2011
É isso, meu caro Paulo Moraes,
Paisinhos com uma costa do tamanho do litoral do de Alagoas (gosto muito de lá) dão muito valor aos homens do mar. Portugal, Espanha, Inglaterra, etc. são o que são devido aos homens do mar. Quantos hoje brigam por ter apenas um porto por onde exportar suas riquezas naturais? Valeu! escrito por paulo Moraes, dezembro 10, 2011
O Luiz Leal,ficou de definir melhor,ou seja,existe tres tipos de homens:o morto,o vivo e o vivo morto que é o maritimo.Os maritimos não contam com tempo ruim e a profissão sim tem que ser super valorizado.É uma pena que nem todos que trabalham em terra,não assimilam que seus salarios são provenientes dos resultados laboriosos dos maritimos,mas ainda existe País como a Noruega na qual olha com dignidade a profissão dos homens do mar.
escrito por Marcelo Silva, dezembro 10, 2011
Infelizmente o Brasil não possui uma Guarda Costeira que possa exercer a função de Autoridade Marítima e ser a responsável pela formação de oficiais mercantes. Isto seria o ideal. Basta imitar e adaptar os modelos que realmente funcionam bem pelo mundo afora. O que falta? Vontade política, inteligência, planejamento...
A Marinha deveria ser uma força armada, treinada e preparada para a defesa nacional. Um instituição de militares de verdade, de combatentes, de guerreiros. Não uma instituição que administra portos e costas, cartas náuticas... e ter 90% do seus equipamentos à beira da obsolência. Talvez o meio termo, até o ideal vingar, seria um convênio da Marinha com as universidades federais para abrirem vagas específicas para o Ensino Profissional Marítimo... e aproveitar o mundo acadêmico (o verdadeiro) para melhorar o nível de formação e qualificar ainda mais os marítimos brasileiros. Na atual conjuntura, não adianta apontar os dedos para este ou aquele ator na mazela da formação dos marítimos brasileiros. Está na hora de deixar as vaidades, cargos e os gordos orçamentos de lado e focar o benefício coletivo, nacional... de focar e proteger empregos no Brasil para os brasileiros... Abrir mão de uma boa oportunidade histórica para promover melhorias é uma confirmação de estupidez. Sds marinheiras, MARCELO SILVA escrito por LUIZ LEAL, dezembro 10, 2011
No dia em que isso acontecer, adeus!
Fico imaginando os universitarios da marinha mercante de jeans, camisetas, mini-saias, shorts, barba por fazer, se formando e depois embarcando, tendo de ficar isolados num navio. Numa universidade - e é ate justo - o cara sala e não dá a minima satisfação ao professor. Não sou a favor - nem contra - do militarismo, mas no caso especifico de marinha mercante, não daria certo e a evasão seria grande. Esses caras depois de passarem 4 anos indo pra casa todos os dias, passando num barzinho antes, jamais se acostumariam com a solidão pertinente a atividade maritima. "Existem três tipos de homens: os vivos, os mortos e os que vão para o mar"? VITOR HUGO escrito por Alvaro Dória , dezembro 09, 2011
De um lado ficam os representantes patronais (Syndarma, Shcumberger e outras...) dizendo que há falta de Oficiais. De outro lado o SINDMAR (o Sindicado dos Oficiais da Marinha Mercante) que contesta essa afirmação dizendo que há Oficiais suficientes no mercado. Quem está certo? Ambos estão certos. Ficam todos reverberando em cima de números, quantidade. A falta NÃO É QUANTITATIVA, mas sim, QUALITATIVA... Existem um número de Oficiais no Mercado que supriria a demanda, porém esses Oficiais, ou são muito jóvens inesperientes recém-formados ou são aqueles que estão retornando à atividade marinheira depois de um longo período afastado. Todos esses estão defasados tecnicamente para suprirem a demanda de uma frota moderna onde, por exemplo, a fluência total em língua inglesa é mandatória. A solução realmente seria abrir a formação de Oficiais da Marinha Mercante para as instituições de ensino superior no Brasil. Poderia se manter o CIAGA e o CIABA como instituições federais de ensino para essa formação e as demais instiuições (até mesmos as universidades públicas) também formariam esses profissionais. Aí sim, a meu ver, atingiríamos o equilíbrio de mercado entre a oferta e a demanda por Oficiais da Marinha Mercante no Brasil.
escrito por Alexandre Alves Santiago, dezembro 09, 2011
OS CONCURSOS PÚBLICOS PARA OFICIAIS: DE NÁUTICA; DE MÁQUINAS;DA ARMADA; E PARA ENGENHEIROS NAVAIS, SERIAM PARA COMPOR O CORPO DOCENTE (PROFESSORES) DAS FACULDADES DE CIÊNCIAS NÁUTICAS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS.
O CURRÍCULO SERIA EXATAMENTE O MESMO DA EFOMM, E A PARTE PRÁTICA SERIA CONDUZIDA À BORDO OU COM AUXÍLIO DE SIMULADORES NESTAS FACULDADES. É NECESSÁRIO QUE EXISTA UM CONVENIO ENTRE A OS ÓRGÃO ATUAIS DE FORMAÇÃO, E A REDE NACIONAL DE CEFETs, IFES, E UNVERSIDADES FEDERAIS. DÁ TRABALHO, MAS AFINAL DE CONTAS HÁ QUEM GANHE PARA ISTO. Escreva seu Comentário
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Severino Almeida, presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Marinha Mercante (Sindmar), disse que o estudo da Schlumberger não considerou os efeitos de um aditivo ao acordo coletivo de trabalho feito pelo Sindmar com a Petrobras pelo qual a estatal ficou desobrigada, por dois anos, a contratar oficiais brasileiros em 91 navios estrangeiros afretados em operação no país.