Graça diz que não há previsão de construir plataformas fora do Brasil Imprimir E-mail
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Seg, 13 de Fevereiro de 2012 19:42

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, afirmou que não há previsão de que unidades de produção sejam construídas fora do Brasil. "Não há previsão de não exercer a política Petrobras de conteúdo local", frisou Graça, acrescentando que não aceita "que a indústria de petróleo no Brasil perca a competitividade".

Questionada sobre as sondas de perfuração, a executiva garantiu que as unidades que serão construídas fora do Brasil já foram todas contratadas, com previsão de chegada de mais três este ano e uma no ano que vem. A partir daí, segundo ela, todas serão feitas no país, inclusive as 28 já contratadas junto à Sete Brasil e cinco junto à Ocean Rig.

Fonte: Valor / Rafael Rosas e Marta Nogueira

Comentários (3)Add Comment
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Engenheiro Mecânico de Sistema Industrial e Naval.
escrito por Vidal Negreiros de Paiva, fevereiro 14, 2012
Uma atitude muito correta da Presidente da Petrobrás, pois a China tem subsídio, a Coréa usa materiais de baixa qualidade e produtom final também de muito baixa qualidade isso tudo permite uma acentuada redução no preço final do produto, por tanto construir no BRASIL, mesmo que o preço final seja um pouco maior mesmo assim ganhamos no geral, exemplo: Aprimoramento Técnológico, Qualidade do Produto, Ganho de Divisas, Maior Indíce de Emprego, Crescimento Setorial da Industria Naval e afins. Mas o mais Importante é a Consolidação de Nossa Industria Naval, pois não se Admite sermo um dos Maiores Produtores de Minério de Ferro do Mundo e ficarmos na dependência da China e/ou Coréa.
Mas o mais Importante é a consolida
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Vamos construir no Brasil
escrito por José Vicente, fevereiro 14, 2012
Não podemos perder esta oportunidade e firmar nosso presença no mercao internacional,
E tornar o Brasil uma referncia no setor.
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DECISÃO CORRETA
escrito por Alexandre Alves Santiago, fevereiro 14, 2012
MESMO QUE O PREÇO DE OBTENÇÃO SEJA MAIOR, MESMO QUE O PRAZO DE ENTREGA CRESÇA UM POUCO, A DECISÃO DE PRODUZIR NO PAÍS É EXTREMAMENTE SÁBIA.

JÁ EXISTEM NO PAÍS UM NÚMERO DE ESTALEIROS SUFICIENTE PARA UMA SAUDÁVEL CONCORRÊNCIA INTERNA, E O BRASIL TEM QUE MARCAR PRESENÇA DEFINITIVA NESTA INDÚSTRIA, UMA VEZ QUE JÁ OSTENTOU A POSIÇÃO DE SEGUNDO MAIOR CONSTRUTOR NAVAL DO MUNDO.

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